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* * * * TIPOS DE ONDAS SÍSMICAS * * ONDAS P & ONDAS S O padrão e comportamento no Interior da TERRA ONDAS P ONDAS S * * Corte tomográfico revela rochas quentes e frias (variação de velocidade das ondas S) Quente Frio * * Campo Magnético - Geodínamo * * Campo Magnético - Geodínamo - Paleomagnetismo - Evolução do campo magnético * * GEOLOGIA GERAL Aula 6 Tectônica de Placas (1ª parte) Professor Msc. Vinicius Matté 08/07/2013 * * LITOSFERA x ASTENOSFERA c. superior c. inferior Manto litosférico Manto astenosférico - Densidades importantes: Crosta continental ≈ 2.8 g/cm3 Crosta oceânica ≈ 3.2 g/cm3 Astenosfera ≈ 3.3 g/cm3 A litosfera “flutua” sobre a astenosfera. * * Do grego tecton, “construtor” Antes, acreditava-se na teoria “geossinclinal” Teoria da deriva continental existe pelo menos desde o século XVI -Século XX - idéias e evidências: encaixe dos continentes, mesmas litologias e registros fósseis em distintos continentes, descoberta da Dorsal Mesoatlântica... -Até a década de 1970 essas idéias foram evoluindo, até finalmente concretizarem-se na teoria das PLACAS TECTÔNICAS - 13 placas principais PLACAS TECTÔNICAS (litosféricas) * * Geologia e paleontologia em lados opostos do Atlântico Encaixe geográfico Mesmas litologias * * Registro fóssil * * Evolução do conhecimento * * “Na ciência... O trabalho de um indivíduo é tão conectado com aquele de seus colegas cientistas, antecessores e contemporâneos, que ele se apresenta quase como um produto impessoal de sua geração.” Albert Einstein * * AS PROVAS DO FUNDO MARINHO BATIMETRIA IDADES DA CROSTA OCEÂNICA ASSOCIADAS COM DADOS MAGNÉTICOS * * mm/ano Grupo de rochas que se deslocam na mesma direção Podem ser compostas da crosta oceânica + continental, Ou apenas um tipo O MOSAICO DAS PLACAS * * * * Terremotos e vulcões estão diretamente relacionados com a convergência e destruição das placas litosféricas * * * * Mecanismo (motor) de movimento das Placas Tectônicas - Convecção do manto * * A formação de uma nova litosfera tem início através de movimentos convectivos que partem de uma pluma mantélica localizada abaixo do ponto de origem dessa nova litosfera, na interface núcleo/manto. * * TIPOS DE BORDAS DE PLACAS (onde ocorre deformação e geram-se as estruturas geológicas) - Divergentes (ou de criação): cadeias meso-oceânicas - Convergentes: (ou de destruição) zonas de colisão; zonas de arcos de ilha ou arcos magmáticos - Transformantes (ou conservativas): Falha de San Andreas - Nova crosta é criada nas cadeias oceânicas e crostas antigas são destruídas (recicladas) nas zonas de subducção (ou seja, a Terra não está em expansão). * * Transformante Divergente Convergente * * O-C convergente O-O divergente C-C divergente O-O divergente O-O convergente O-O divergente O-C convergente * * Limites de Placas Divergentes Geralmente inicia dentro dos continentes; cresce para se tornar uma bacia oceânica * * Riftes continentais • Início da formação de um oceano; • Leste da Africa, Rifte Rio Grande; • Rifteamento: geralmente inicia em um cruzamento triplo (dois centros de dispersão se encontram para formar uma bacia oceânica, e um é deixado para trás). * * Surge a partir do acúmulo de calor sob crosta continental Afinamento crustal Vulcanismo Rifte leste africano * * RIFTE LESTE AFRICANO * * * * * * BACIA DO RECÔNCAVO – RIFTE ABORTADO * * Com a evolução do rifte, crosta oceânica é formada progressivamente e um novo oceano surgirá com uma cadeia meso-oceânica. * * DORSAIS MESO-OCEÂNICAS * * Exemplo: Dorsal Meso-Atlântica, aflorante na Islândia * * * * E a expansão da Terra? Nova crosta é gerada na dorsal meso-oceânica; e a crosta mais antiga “velha” é consumida (destruída) nas zonas de subdução. Desta maneira o diâmetro da Terra se mantêm constante. * * Limites Convergentes Densidades relativas são importantes Crosta continental ≈ 2.8 g/cm3 Crosta oceânica ≈ 3.2 g/cm3 Astenosfera ≈ 3.3 g/cm3 * * Bordas Convergentes Três tipos: Oceanica–Oceanica Japão Oceanica–Continental Andes Continental–Continental Himalaya * * Oceânica-Oceânica: Arcos de Ilha * * ARCOS DE ILHAS Arcos de ilhas se formam em zonas de subducção oceânica x oceânica estando associados a fossas marinhas (trincheira), sempre paralela ao alinhamento das ilhas; A placa que estiver mais fria, portanto mais densa, vai descer sob (subductar) a placa menos densa, mais quente; No processo de subducção a placa mergulha para um meio mais quente carregando sedimentos e rochas que contém água em sua estrutura, o que provoca descompressão e diminuição da temperatura de fusão facilitando a ocorrência de eventos de fusão parcial. O magma gerado ascende dando origem a um intenso vulcanismo que constrói um arco de ilha. Também ocorre intensa sismicidade (terremotos, maremotos). * * Exemplos Atuais: Filipinas e Japão. Antigo: RS, rochas do Complexo Cambaí * * Oceânica-Continental: Arcos Magmáticos – Margem Ativa Arcos magmáticos se formam em zonas de subducção Oceânica x Continental e, a exemplo dos arcos de ilhas, também estando associados a fossas marinhas, sempre paralela ao alinhamento dos arcos A Placa Oceânica mergulha sob a placa continental, gerando vulcanismo intenso, metamorfismo e deformação das rochas pré existentes. * * A colisão da placa oceânica com a placa continental ocarretará na formação de cadeias montanhosas – orogenia * * Exemplo: Andes e, no Brasil, boa parte das rochas do Escudo Sul RioGrandense. * * Continental–Continental Nos limites continente-continente, a convergência é caracterizada pela deformação da crosta sem a presença marcante da subducção. Ambas placas flutuam ou pelo menos pouca subducção ocorre. Exemplo: Himalaia e, no Brasil, boa parte das rochas do Escudo Sul RioGrandense. * * O final deste ciclo será marcado pela colisão e colagem de todos esses sistemas e o consequente fechamento do oceano e “cratonização” (estabilização) da área. * * Limites de Placas Transformantes Também ocorrem segmentando outros tipos de limites de placas. * * Falhas transformantes que deslocam a dorsal meso-atlântica * * mm/ano * * * * AMBIENTES GEOTECTÔNICOS * * Tectônica de Placas BIBLIOGRAFIA: Capítulo 3 Capítulo 2