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Lógica de Predicados Propriedades semânticas Propriedades Tautologia Satisfabilidade Implicação Equivalência Relações entre propriedades (H→G) é uma tautologia ⇔ H implica G (H↔G) é uma tautologia ⇔ H equivale a G O conjunto de propriedades semânticas da Lógica de predicados é análogo ao conjunto de propriedades apresentado para Lógica Proposicional, mas as técnicas utilizadas nas demonstrações são diferentes Satisfabilidade de fórmulas Uma fórmula H é satisfazível quando existe pelo menos uma interpretação I, tal que I[H]=T As fórmulas H1, H2, H3 e H4 são satisfazíveis I1[H1] = I2[H2] = I3[H3] = I4[H4] = T a) H1=p(x,y), I1 é uma interpretação sobre os naturais N, tal que: I1[p]=“<”, I1[x]=5 e I1[y]=9 b) H2= (∀x)p(x,y), I2 é uma interpretação sobre os naturais N, tal que: I2[p]=“>=” e I2[y]=0 c) H3= (∀x) (∃y) p(x,y), I3 é uma interpretação sobre os naturais N, tal que: I3[p]=“<” d) H4= (∀x) (∃y) p(x,y) →p(x,y), I4 é uma interpretação sobre N, tal que: I4[p]=“<”, I4[x]=5 e I4[y]=9 Satisfabilidade de fórmulas Considere H=¬((∀x)p(x,y)) ↔ (∃x)(¬p(x,z)) Se I é uma interpretação sobre o conjunto dos números naturais I[p(x,y)] = T ⇔ xI e yI são números pares. I[y]=4, I[z]=6 Quais os símbolos livres? Como temos uma relação de equivalência na fórmula H, então I[H] = T ⇔ I[¬((∀x)p(x,y)) ] = I[(∃x)(¬p(x,z))] Demonstre que I[¬((∀x)p(x,y)) ] = T e I[(∃x)(¬p(x,z))] = T Satisfabilidade de fórmulas Demonstre que I[¬((∀x)p(x,y)) ] = T e I[(∃x)(¬p(x,z))] = T I[¬((∀x)p(x,y))] = T ⇔ I[(∀x)p(x,y)] = F ⇔ ∃d∈N; <x←d> I[p(x,y)] = F ⇔ ∃d∈N; d e/ou 4 são números ímpares ⇔ ∃d∈N; d é um número ímpar I[(∃x)(¬p(x,z))] = T ⇔ ∃d∈N; <x←d> I[¬p(x,z)] = T ⇔ ∃d∈N; <x←d> I[p(x,z)] = F ⇔ ∃d∈N; d e/ou 6 são números ímpares ⇔ ∃d∈N; d é um número ímpar I[¬((∀x)p(x,y)) ] = I[(∃x)(¬p(x,z))] = T I[H] = T Validade de fórmulas Não-validade = não é tautologia! H é satisfazível, mas não é uma tautologia Considere H=¬((∀x)p(x,y)) ↔ (∃x)(¬p(x,z)) Por denifição H não é válida ⇔ ∃ interpretação J; J[H]=F Se J[H] = F ⇔ J[¬((∀x)p(x,y))] ≠ J[(∃x)(¬p(x,z))] Validade de fórmulas Tautologia (válida) Considere G=¬((∀x)p(x)) ↔ (∃x)(¬p(x)) Demonstração G é tautologia sse para qualquer interpretação J, J[G]=T Se J[G]=T J[¬((∀x)p(x))] = J[(∃x)(¬p(x))] = T Validade de fórmulas J[¬((∀x)p(x))] = J[(∃x)(¬p(x))] = T J[¬((∀x)p(x))] = T ⇔ J[(∀x)p(x)] = F ⇔ ∃d∈U; <x←d> J[p(x)] = F J[(∃x)(¬p(x))] = T ⇔ ∃d∈U; <x←d> J[¬p(x)] = T ⇔ ∃d∈U; <x←d> J[p(x)] = F Portanto, J[p(x)] = F e J[¬p(x)] = T Logo J[¬((∀x)p(x))] = T e J[(∃x)(¬p(x))] = T J[G] = T Tautologia! Validade de fórmulas Considere H= (∃y)(∀x)q(x,y)) → (∀x)(∃y)(q(x,y)) H é tautologia. Suponha por contradição que H não é tautologia, logo existe uma interpretação I no domínio U, tal que I[H]=F Temos uma implicação, logo Se I[H]=F então I[(∃y)(∀x)q(x,y))] = T e I[(∀x)(∃y)(q(x,y))] = F Validade de fórmulas Demonstração I[(∃y)(∀x)q(x,y))] = T ⇔ ∃d∈U; <y←d> I[(∀x)q(x,y))] = T ⇔ ∃d∈U; ∀e∈U, <x←e> <y←d> I[q(x,y))] = T ⇔ ∃d∈U; ∀e∈U, qI(e,d) = T I[(∀x)(∃y)(q(x,y))] = F ⇔ ∃r∈U; <x←r> I[(∃y)q(x,y))] = F ⇔ ∃r∈U; ∀s∈U, <y←s> <x←r> I[q(x,y))] = F ⇔ ∃r∈U; ∀s∈U, qI(r,s) = F As afirmações obtidas são contraditórias, logo tautologia! Implicações e equivalências entre fórmulas Implicação H = (∀x)p(x) implica G=p(a) Seja I[H] = T. Demonstre G[T] I[H] = T⇔ I[(∀x)p(x)] = T ⇔ ∀d∈U; <x←d> I[p(x)] = T ⇔ ∀d∈U; pI(d) = T ⇔ pI(aI) = T ⇔ I[p(a)] = T ⇔ I[G] = T Portanto, se I[H] = T, então I[G]=T. Logo, H implica G Equivalência entre fórmulas Equivalência Sejam E1 = (∀x)(H∨G) e E2 = (H∨ (∀x)G) fórmulas equivalentes Logo E1 equivale a E2 ⇔ ∀I, I[E1] = I[E2] Seja a interpretação I no domínio U, tal que I[E1]=T I[E1]=T ⇔ I[(∀x)(H∨G)] = T ⇔ ∀d∈U; <x←d> I[H∨G] = T ⇔ ∀d∈U; <x←d> I[H] = T e/ou <x←d> I[G] = T I[E1]=T ⇔ ∀d∈U; I[H] = T e/ou <x←d> I[G] = T ⇔ I[H] = T e/ou ∀d∈U; <x←d> I[G] = T ⇔ I[H] = T e/ou I[(∀x)G] = T ⇔ I[H∨ (∀x)G] = T ⇔ I[E2]=T Portanto, I[E1] = I[E2]=T, logo E1 equivale a E2 Equivalência entre fórmulas Sejam H = (∃x)(p(x)→r(x)) e G = (∀x)p(x)→(∃x)r(x) fórmulas equivalentes e I[H]=F I[H]=F ⇔ I[(∃x)(p(x)→r(x))] = F ⇔ ∀d∈U; <x←d> I[(p(x)→r(x))] = F (implicação!) ⇔ ∀d∈U; <x←d> I[p(x)] = T e ∀d∈U; <x←d> I[r(x)] = F ⇔ I[(∀x)p(x)] = T e I[(∃x)r(x)] = F ⇔ I[(∀x)p(x) → (∃x)r(x)] = F ⇔ I[G]=F Portanto, I[H] = I[G]=F, logo H equivale a G Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13