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Solanáceas Cultura do TomateCultura do Tomate Lycopersicon esculentum IntroduçãoIntrodução H t li i lit• Hortaliça mais cosmopolita • Mais amplamente disseminada no mundo • Grande complexidade do t d i t ô iponto de vista agronômico • Elevado risco econômico no cultivo Produção MundialProdução Mundial Queda de 3% na área plantada e aumento de 31% naQueda de 3% na área plantada e aumento de 31% naQueda de 3% na área plantada e aumento de 31% na Queda de 3% na área plantada e aumento de 31% na produtividadeprodutividade • Botânica:• Botânica: – Solanácea herbácea, Ab d ifi õ l i d d– Abundantes ramificações laterias, podendo ser drasticamente modificada pela poda, – Planta perene, mas é cultivada como anual, – Ciclo: de 4 à 7 meses, incluindo-se 1 a 3 , meses de colheita – Folhas pecioladas com número impar deFolhas pecioladas com número impar de pecíolos. Dois hábitos de crescimento distintos:– Dois hábitos de crescimento distintos: determinado e indeterminado. • Botânica: –Flores agrupam-se em cachos e são hermafroditas além disso sãohermafroditas, além disso são autopolinizadas. –Frutos são bagas carnosas e sucolentas, com aspecto, peso esucolentas, com aspecto, peso e tamanho variados; O d f t i d 25–O peso dos frutos variam de 25g (cereja) até 400g (tipo “salada”) e pode ser bilocular até plurilocular; Hábito de crescimento indeterminado: Produção de frutos de mesaProdução de frutos de mesa São tutorados e podados C l h 2 5 d ltCaule chega a 2,5m de altura Dominância da gema apical sobre as gemas laterais. Crescimento vegetativo é vigoroso e g g contínuo, juntamente com a produção de flores e frutos. Hábito de crescimento determinado: Cultivares de crescimento rasteiro;; Finalidade de produção agroindustrial; Hastes atingem apenas 1 m e apresentamHastes atingem apenas 1 m e apresentam cacho de flores na ponta; C i t t ti iCrescimento vegetativo menos vigoroso e a planta assume forma de moita; Clima e época de plantioClima e época de plantio • Adapta-se melhor: clima tropical de altitude, subtropical ou temperado e seco, p p com alta luminosidade. • O Tomateiro é exigente em termoperiodicidade diária: temperaturas amenas de dia e noturnas menores,amenas de dia e noturnas menores, variando de 6-8°C. • Tempetaruras excessivas constituem fator limitante à cultura: prejudicam a frutificação e o pegamento doscultura: prejudicam a frutificação e o pegamento dos frutinhos. Clorose nas folhas; Parede interna do fruto com coloração esbranquiçada; I idê i d l t i iIncidência de plantas caipiras ou precoces; Inviabilidade do grão de pólen; Abortamento de flores e frutos;Abortamento de flores e frutos; Frutos ocadose deformados; Frutos amarelados (formação de caroteno ao invés de ( ç licopeno). E t t lti d N t d i há i ãEm tomates cultivados no Norte do pais, há inversão de pigmentos, de licopeno para caroteno, por isso os frutos dessas regiões são mais amarelos que vermelhosvermelhos. Efeito de baixas temperaturasEfeito de baixas temperaturas • Hastes arroxeadas (antocianina) e• Hastes arroxeadas (antocianina) e quebradiças; • Retardamento do crescimento;Retardamento do crescimento; • Incidência de planta cega, caipira ou precoce; • Inviabilidade do grão de pólen; • Abortamento de flores e frutos; • Frutos ocados e deformados; • Bifurcação de rácimo; L t t ã d f t• Lenta maturação de frutos; • Parede interna escura. Cultivo no período seco (outono e inverno) T t í i• Temperaturas propícias • Ausência de chuvas excessivas (irrigação) C l fi i á i f ili d• Controle fitossanitário facilitado • Menor incidência de plantas invasoras • Custo de produção menor Atrai os tomaticultores/preço menor no mercado * Planta muito sensível à geadas!!!!g Período ChuvosoPeríodo Chuvoso • Grandes problemas fitissanitários • Maior custo de produtividadeMaior custo de produtividade • Qualidade de frutos é prejudicada pelas lt t taltas temperaturas • Menor produtividadee o p odut dade • Preços mais elevados : março à maio. CultivaresCultivares • As cultivares tradicionais tornaram-se obsoletas. • Graças à estudos genéticos as cultivares hoje apresentam alguma resistência àhoje apresentam alguma resistência à doenças, pragas e anomalias fisiológicas. • Longa vida: frutos colhidos mais maduros e resistentes ao tempo de “prateleira”e resistentes ao tempo de prateleira CultivaresCultivares Grupo Santa Cruz:p Cruzamento de Rei Umberto + Chacareiro na década de 40 em Suzano.década de 40 em Suzano. 9Resistente ao manuseio, 9R i t t t t i K9Resistente ao transporte em caixa K 9 Incidência mínima de ocamento, lóculos abertos e podridão apical. 9Crescimento indeterminado 9Altamente rústico – dispensa cultivo protegidoprotegido Atualmente o tomate Sta. Cruz primitivo não é mais produzido. O cultivar Santa p Clara e suas seleções são mais utilizadas. Híbridos deste grupo: Débora Max, Bruna VF, e Ataque. Resistentes à murcha fusariana, murcha verticiliar e pinta de estenfíliopinta de estenfílio Grupo Salada (Maçã ou Caqui):Grupo Salada (Maçã ou Caqui): Pesam em torno de 250g, são mais saborosos e d li ddelicados. Formato plurilocular (5-10), apresentam < resistência ao transporte e alcançam preços diferenciados e menor demanda. São de crescimento indeterminado e cultivados tutoradostutorados. Comumente apresentam anomalias graves. Cultivares: Carmen e Monalisa Híbrido: Duradouro longa vida e resistente à vira-Híbrido: Duradouro, longa vida e resistente à vira- cabeça, murcha de fusarium. • Grupo Cereja: os primeiros tomates encontrados eram desse grupo, e foram g p , então melhorados para chegarem ao tamanho convencionaltamanho convencional • Híbrido Sweet Milion: altamente produtivo, 40 frutos por cachos.40 frutos por cachos. • Grupo italiano: grupo mais recente, introduzido no Brasil no fim da déc. de 90. C i t i d t i d d• Crescimento indeterminado e devem ser conduzidas em tutoramento e estufas. Híbrido Andrea e Kátia• Híbrido: Andrea e Kátia • Grupo agroindustrial (ou rasteiro): – Cultura rasteira de crescimento determinado, , devem ser altamente resitentes ao transporte à granel g – Cor vermelha intensae alto teor de sólidos soluveis e devem ter uniformidade desoluveis e devem ter uniformidade de maturação (colheita mecanizada). Conduzidas sem poda ou tutoramento– Conduzidas sem poda ou tutoramento • Tipo de fruto: periforme (RomaVF) ou oblongo (similar ao Sta. Cruz) que tem g ( ) q maior resistencia à transporte à granel. • Cultivares: Rio Grande IPA 5 e IPA 6 e o• Cultivares: Rio Grande, IPA 5 e IPA 6, e o nacional Viradouro. – Cultivar Redenção (lançado em 2002), resistente à vira cabeça, mosaico dourado e nematóide de galhas. Solo e AdubaçãoSolo e Adubação • Solos de textura mediana e com V % = 70 • Acidez: 5,5 a 6 é tolerável, melhor 6,0 – 6 56,5 • Ca e Mg exigidos em alta escala. Tomate Industrial Deficiências Tipos de plantioTipos de plantio S d di t fi lid d• Semeadura direta no campo: finalidade agroindustrial, 2 a 4 kg de sementes/ha. – Vantagens: ausência de danos às raízes eVantagens: ausência de danos às raízes e melhor aprofundamento destas – Menor custo com mão-de-obra, reduzidoMenor custo com mão de obra, reduzido custo inicial. – Precocidade de colheita.Precocidade de colheita. – Época de plantio: fevereiro a junho. • Plantio de mudas no sulco: deve ser realizado com torrão na raiz, e irrigá-las constantemente até o pegamento.p g C lti d i t i d t i d• Cultivares de crescimento indeterminado • Necessidade de tutoramento, podas, l t d d b t draleamento de pencas e desbaste de plantas. Tipos de conduçãoTipos de condução TutoramentoTutoramento IrrigaçãoIrrigação ColheitaColheita Doenças do Tomateiro FungicasFungicas • FÚNGICASDAMPING-OFF (Pythiumspp., Rhizoctonia solanie Phytophthoraspp.) • PINTA PRETA(Alternaria solani)PINTA PRETA(Alternaria solani) • MANCHA DE ESTENFÍLIO(Stemphyliumsolanie S. lycopersici). MANCHA DE SEPTÓRIA(Septorialycopersici)• MANCHA DE SEPTÓRIA(Septorialycopersici), • PODRIDÃO DE ESCLEROTÍNIA(Sclerotíniasclerotiorun) e PODRIDÃO DE ESCLERÓCIO(S l ti lf i)PODRIDÃO DE ESCLERÓCIO(Sclerotium rolfsi). • OÍDIO (Erysiphecichoracearume Leveillulataurica) • BOLOR CINZENTO(Botrytiscinerea).O O C O( ot yt sc e ea) • REQUEIMA(Phytophthora infestans) • MURCHA DE FUSARIO(Fusarium oxysporumsp. Lycopersici)Lycopersici) • MURCHA DE VERTICILIO(Verticilium dahliaee V albo-atrum) Pinta preta RequeimaRequeima Septoriosep Doenças BacterianasDoenças Bacterianas • DOENÇAS BACTERIANAS CANCRO BACTERIANO(Clavibacter michiganensis )BACTERIANO(Clavibacter michiganensis ) • TALO OCO(Erwinia carotovora) MANCHA BACTERIANA(X th• MANCHA BACTERIANA(Xanthomonas campestris pv. vesicatória) PINTA BACTERIANA(Pse domonas• PINTA BACTERIANA(Pseudomonas syringae pv. Tomato) • MURCHA BACTERIANA(Pseudomonas• MURCHA BACTERIANA(Pseudomonas solanecearum)