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O Direito à Verdade ao 
Doente 
 
Introdução 
• Código de Ética Médica e a Associação 
Americana de Hospitais, preveem o 
direito à verdade ao doente. Uma 
grande dificuldade para a classe 
médica. 
• Diante desta dificuldade Wandercy 
Bergamo da USP de Riberão Preto –SP 
Procura sintetizar em um Artigo 
critérios éticos e resumir principais 
pontos dessa discursão. 
Contexto Histórico 
• Epóca mais Partenalista na qual os 
medicos achavam que deviam tomar 
sozinho decisões sobre seus pacientes 
aos quais eram facilmente induzidos a 
esconder qualquer tipo de diagnostico 
da maneira com que julgasse que 
agravasse ao estado clinico do doente. 
 
Norma do Conselho Federal 
de Medicina 
‘‘É vedado ao médico deixar de Informar 
ao paciente o diagnóstico, o 
prognóstico, os riscos e objetivos do 
tratamento ,salvo quando a comunicação 
direta ao mesmo possa provoca-lhe dano 
, devendo nesse caso, a comunicação 
ser feita ao seu responsável legal ’’. 
(Art 59 codigo de Ética Médica Atual) 
Carta dos Direitos do Paciente da 
Associação Americana de Hospitais 
• ‘‘O paciente tem o direito de receber 
do médico informações completas do 
seu estado real, a respeito de seu 
diagnósticos, tratamentos e 
prognósticos em termos que ele possa 
entender ’’. 
Desequilibrio emocional por 
consequência o suicidio 
• Paciente 1: Após diagnosticado com 
uma turbeculose grave a qual era muito 
contagiosa encamiado ao Centro de 
Saúde. 
• Ao retornar a sua residência 
visivelmente abalado. 
• A esposa do paciente preparando o 
jantar e suprendida com um barulho de 
tiro: o qual havia sido disparado por seu 
marido tirando sua própia vida. 
• Relato da esposa apos a neucropsia de 
um cadaver vitima de arma de fogo. 
Desequilibrio emocional por 
consequência o suicidio 
• Paciente 2:Após diagnosticado com cancer de 
pulmão comete o suicidio. Na neucropsia e 
encontrado no bolso da vitima uma pequena 
carta com seguintes dizeres ‘‘Peço desculpas a 
minha familia mais não ha mais razão para 
viver: o doutor me disse que tenho cancer de 
pulmão ;não quero padecer de dores 
horríveis. ’’ 
Analise feita por Wandercy 
sobre os suicidios 
 
 
‘‘Naturalmente penso que faltou a 
colocação do problema de forma 
apropiada, faltou 
esclarecimento,faltou diálogo 
necessário faltou humanização’’ 
Vida Profissional: Conduta 
Individualista ao Perfil de 
Cada Doente 
• Perfil 1 ‘‘Doente corajoso’’ 
• Deparamos com diversos tipos de 
doentes. Havendo aqueles de 
personalidade forte com firmeza 
e decisão querendo que almejam 
saber a verdade.Mesmo esse 
deve-se ter paciencia,dialogo 
fraterno e contrutivo alem de 
maior delicadeza. 
Vida Profissional: Conduta 
Individualista ao Perfil de 
Cada Doente 
• Perfil 2 ‘‘Doente sem coragem’’ 
• Para estes, com muita 
cautela,prudencia,carinho e 
mesmo por etapa deve-se 
respeitar seus 
sentimentos,colocando-o a 
gravidade da situação . 
Vida Profissional: Conduta 
Individualista ao Perfil de 
Cada Doente 
• Perfil 3 ‘‘Doentes de alto nivel de 
compraticidade’’ 
• Doente ao qual esta sendo 
acopanhado pelo medico por longa 
data aos quais se conhecem 
problemas pessoais,familiares e que 
mesmo ‘‘fracos’’ necessitam de 
serem informados para que os 
mesmos possam regularizar ou ate 
mesmo solucionar seus problemas 
antes do desfecho final. 
Todos Tem Direito a Verdade 
• A experiência adiquirida tanto na 
vida como profissional mostra que 
todos tem direito a verdade sobre 
seu estado.Que levam a procura do 
conhecimento de fato aos limites de 
cada doente,sendo suportavel a ele. 
De forma a saber como se expor a 
verdade ao mesmo. Muitas das 
vezes a postura e a fisionomia falam 
mais que as propias palavras. 
Direcionamento Medico ao Doente 
Encaminhado mais Presente ao 
mesmo 
• Diante da necessidade de 
encaminhar o doente a um serviço 
especializado de tratamento como 
radioterapia e quimioterapia se 
trando do cancer.Tal acontecimento 
ausentando o medico nao que o 
mesmo deixara de orientar 
esclarecer e nem mesmo prestando 
a solidariedade,carinho e sua 
partilha alem de sua fraternidade 
.Ausentando mais se fazendo 
presente ao mesmo tempo. 
Ato Moral :Positivo a 
Verdade 
• A verdade deve ser: 
• Dita oportunamente de tal maneira 
afastando a pratica da falsidade 
parente/medico ao doente. 
• Em forma de comunicaçao humana 
ouvindo o doente avaliando sua 
personalidade seu desejo de saber a 
verdade. 
• Proporcional a capacidade de cada 
doente em recebe-la de forma 
construtiva. 
Perfil Psicologico do Doente 
• Ainda que o psicologico do mesmo 
nao lher permita o conhecimento de 
toda verdade, nao se deve esconder 
a gravidade da 
situaçao,especialmente quando 
paciente tem de tomar decisões 
importantes antes do óbito. 
• Tem o mesmo direito de se peparar 
com diginidade e respeito ao óbito. 
Transmitir a Verdade ao 
Doente 
• Transmitir uma noticia ruim 
ninguem gosta.Muito menos o 
medico diante a doenças graves ou 
estagio terminal.A missao e dada ao 
medico sendo intransferivel aos 
familiares.Tal responsabilade 
imensa e dificil injusta a um ente 
familiar.O grande onus da profissao 
para alguns medicos deve-se estar 
preparado sempre enquanto que 
para outros se fazem de verdadeiro 
sacerdocio. 
Direito a Verdade ao Doente 
Na Odontologia 
CÓDIGO DE ÉTICA ODONTOLÓGICA 
Aprovado pela Resolução CFO 
118/2012 
 
CAPÍTULO I 
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 
 
Art.1º.O Código de Ética Odontológica regula os direitos e 
deveres 
do cirurgião-dentista, profissionais técnicos e auxiliares,e 
pessoas jurídicas que exerçam atividades na área da 
Odontologia, em âmbito público e/ou privado, 
com a obrigação de inscrição nos Conselhos de Odontologia, 
segundo suas 
atribuições específicas 
 
Art.4º.A natureza personalíssima da relação 
paciente/profissional na atividade odontológica visa demonstrar 
e reafirmar,através do cumprimento dos pressupostos 
estabelecidos por este Código de Ética, a peculiaridade que 
reveste a prestação de tais serviços, diversos, portanto,das 
demais prestações, bem como de atividade mercantil. 
 
 
CÓDIGO DE ÉTICA ODONTOLÓGICA 
Aprovado pela Resolução CFO 
118/2012 
 CAPÍTULO V DO RELACIONAMENTO 
SEÇÃO 1 COM O PACIENTE 
• III-exagerar em diagnóstico, prognóstico 
ou terapêutica; 
• IV -deixar de esclarecer adequadamente 
os propósitos, riscos, custos e 
alternativas do tratamento 
• V-executar ou propor tratamento 
desnecessário ou para o qual não esteja 
capacitado. 
 
 
 
CÓDIGO DE ÉTICA ODONTOLÓGICA 
Aprovado pela Resolução CFO 
118/2012 
 CAPÍTULO V DO RELACIONAMENTO 
SEÇÃO 1 COM O PACIENTE 
• XII- opor-se a prestar 
esclarecimentos e/ou fornecer 
relatórios sobre diagnósticos e 
terapêuticas, realizados no paciente, 
quando solicitados pelo mesmo, por 
seu representante legal ou nas 
formas previstas em lei;

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