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TGA – AULA 5
Teoria comportamentalista
(Behaviorismo)
Oposição ao modelo mecanicista
Desdobramento da TRH com críticas a “ingenuidade” de algumas afirmações desta teoria
Se fundamenta no comportamento individual das pessoas para explicar o comportamento organizacional
Conhecer as necessidades humanas para melhor compreender o comportamento humano e utilizar a motivação como meio de melhorar a qualidade de vida dentro do trabalho
A Motivação no trabalho
A motivação impulsiona as ações e as realizações das pessoas?
O que o (a) motivou a fazer uma faculdade?
Foi um movimento interior, em busca da realização, desejo, vocação?
Ou foi uma decisão baseada em fatores externos, como ingresso no mercado de trabalho?
Sendo o impulso e o desejo diferentes para cada pessoa, a missão do administrador, nesse caso, é tentar uma combinação entre os objetivos individuais e os objetivos organizacionais.
Para os comportamentalistas, dificilmente as pessoas irão fazer exatamente aquilo que gostam. O desafio é gostar do que fazem.
Em pesquisas sobre o assunto, a chefia imediata foi apontada como um dos principais responsáveis por um ambiente favorável à realização dos objetivos dos empregados. 
Hierarquia das necessidades humanas (Maslow)
Teoria dos dois fatores de Herzberg
Outra contribuição de Herzberg é a técnica de “enriquecimento do cargo”
Útil para estimular os fatores motivacionais
Pode ser feito através:
Rotatividade de cargos
Ampliação horizontal (incorporação de mais atividades no mesmo nível de dificuldade)
Ampliação vertical (atribuição de responsabilidades mais elevadas e complexas)
Estilos de Administração (liderança)
Teoria X e Y de Douglas McGregor
Para esse autor, as organizações ou se enquadram no teoria X, que percebem o trabalhador como indolente e que preferem ser conduzidos a tomar iniciativas; ou
Se enquadram na teoria Y, que acredita que os empregados gostam de aceitar desafios e responsabilidades nos processos que participam.
Sistemas de Administração de Rensis Likert 
Liderança situacional ou contingencial
Não há forma a priori para o exercício da liderança. Uma situação A pode revelar-se totalmente equivocada na situação B.
Na liderança situacional, o líder modifica suas posições e estratégias de acordo com os fatores do contexto (cenário) que ele se deparar.
Teoria comportamentalista
Apreciação crítica da teoria comportamentalista
Foco somente nas pessoas (comportamento), tal qual a TRH
Mais descritiva e menos prescritiva
Reduzir a riqueza do potencial humano a mero elemento instrumental.
Abordagem humanista e do comportamento
Observações finais: 
Na verdade, as abordagens mecanicistas e humanistas (comportamental) se complementam, pois: 
Administrar é garantir tecnicamente a realização dos objetivos tangíveis (produtos) e intangíveis (serviços) dos negócios, por intermédio de seu potencial humano. 
O fundamental é que o “fator humano” deixa de ser encarado como simples “fator de produção ou recurso humano”.