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Resumo Ru´ıdos Vibrac¸a˜o e o Ser Humano - Engenharia Acu´stica UFSM Aluno: Sergio A. Professor: Stephan Paul 6 de julho de 2011 1 Aluno: Sergio Aguirre Resumo RVSH - EAC - UFSM 6 de julho de 2011 2 Suma´rio 1 Introduc¸a˜o 2 2 Pessoas Importantes 2 3 Educac¸a˜o auditiva 2 4 Alguns aspectos dos Sons / Ru´ıdos, e Vibrac¸o˜es 2 5 Cieˆncia do som 3 6 Divisa˜o em suba´reas 3 6.1 Por a´reas de conhecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 6.2 Por meio de propagac¸a˜o . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 6.3 Por faixas de frequeˆncias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 7 Engenharia Acu´stica 4 8 Conceito Radiar e Irradiar 4 9 Som 5 10 Pressa˜o Sonora 5 10.1 Pressa˜o sonora Instantaˆnea . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 10.2 Pressa˜o sonora Eficaz ou Pressa˜o RMS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 11 Ru´ıdo 5 11.1 Ru´ıdo Branco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 11.2 Ru´ıdo Rosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 12 Curvas de ponderac¸a˜o 6 12.1 Ponderac¸a˜o em Frequeˆncia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 12.2 Ponderac¸a˜o temporal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 12.2.1 Slow: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 12.2.2 Fast: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 12.2.3 Impulse: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 12.3 Nı´veis de Pressa˜o sonora . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 12.3.1 NPS Instantaˆneo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6 12.3.2 NPS Equivalente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 13 Medic¸a˜o 7 13.1 Determinac¸a˜o: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 13.2 Atribuic¸a˜o de Grandeza: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 13.3 Quantificac¸a˜o: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 14 Classificac¸a˜o de Sinais 7 14.1 Sinais Determin´ısticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 14.2 Sinais Aleato´rios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 14.3 Bandas de frequeˆncia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 15 Superposic¸a˜o de Sinais 8 16 Vibrac¸a˜o 9 16.1 Grandezas Observa´veis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 17 Propagac¸a˜o 9 Aluno: Sergio Aguirre Resumo RVSH - EAC - UFSM 6 de julho de 2011 3 Lista de Figuras 1 Divisa˜o por a´rea de conhecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 Resumo Resumo dos conhecimentos absorvidos pelo aluno Sergio Aguirre na disciplina de Ru´ıdos Vibrac¸o˜es e o Ser Humano (RVSH) na Universidade Federal de Santa Maria - RS, (UFSM) lecionada pelo professor Dr. Stephan Paul 1 Introduc¸a˜o A percepc¸a˜o que temos do mundo e´ diretamente ligada aos sons e vibrac¸o˜es, estes sa˜o um importante meio de comunicac¸a˜o com o nosso ambiente pois transmitem informac¸o˜es, sobre o mundo que nos cerca, de forma cont´ınua. Estudar os Ru´ıdos e as vibrac¸o˜es e seus efeitos sobre o ser humano sa˜o o objetivo da disciplina 2 Pessoas Importantes 1. Helmholtz - Ressonador de Helmoholtz; foi o primeiro a considerar a acustica como multidis- ciplinar 2. Weber (Psico´logo) e Fechner (F´ısico e Filo´sofo) - Desenvolveram a base da psicoacu´stica. 3. Beranek (Engenheiro Ele´trico) - Acu´stica de salas 4. Sabine (F´ısico) - Tempo de Reverberac¸a˜o 5. Newton (F´ısico) - Calculou a velocidade do som (de forma errada) 6. Pita´goras (Filo´sofo) - Descreveu os intervalos musicais 3 Educac¸a˜o auditiva • Aprender a ficar atento a estimulos sonoros • trabalhado em cursos de mu´sica • Resultou numa a´rea chamada ”laundscape research”(pesquisa em paisagem sonora) • Termo desenvolvido por Scheafer em 1970 • Em 1973 Scheafer gravou paisagem sonora de vancouver Paisagens sonoras sa˜o estados passageiros, mudam com o hora´rio, atividades de pessoas, etc. 4 Alguns aspectos dos Sons / Ru´ıdos, e Vibrac¸o˜es Sons e Ru´ıdos • Aspectos Positivos 1. Localizac¸a˜o no espac¸o (principalmente para cegos) 2. Sinais de alerta 3. Comunicac¸a˜o 4. Humor das pessoas Aluno: Sergio Aguirre Resumo RVSH - EAC - UFSM 6 de julho de 2011 4 • Aspectos Negativos 1. Danos auditivos e extra auditivos (por exemplo, gastrite) 2. Estresse 3. Impoteˆncia sexual. Vibrac¸o˜es • Aspectos Positivos 1. Estado de funcionamento de ma´quinas 2. Identificac¸a˜o do tipo de piso pela vibrac¸a˜o no volante (Dirigindo) 3. Testes de componentes de automo´veis • Aspectos Negativos 1. Prejudicar o sossego 2. Danos estruturais 3. Atrofias musculares 5 Cieˆncia do som A Acu´stica trata de todos os aspectos da • Produc¸a˜o • Transmissa˜o • Recepc¸a˜o • Percepc¸a˜o do som e do ru´ıdo estrutural 6 Divisa˜o em suba´reas 6.1 Por a´reas de conhecimento • Helmholtz - E´ considerado o primeiro a pesquisar a acu´stica de forma multidisciplinar 6.2 Por meio de propagac¸a˜o Acu´stica poderia ser dividida considerando os meios de propagac¸a˜o • Gases (Principalmente o ar) • L´ıquidos (Principalmente a a´gua) • So´lidos Todos sa˜o meios ela´sticos, condic¸a˜o essa para existencia e propagac¸a˜o do som. 6.3 Por faixas de frequeˆncias • INFRASOM - Frequeˆncias menores que aproximadamente 16 Hz • SOM - Frequeˆncias entre 16Hz e 10KHz • ULTRASOM - Frequeˆncias maiores que 20KHz Aluno: Sergio Aguirre Resumo RVSH - EAC - UFSM 6 de julho de 2011 5 Figura 1: Divisa˜o por a´rea de conhecimento 7 Engenharia Acu´stica Investigac¸a˜o e entendimento do mecanismos de produc¸a˜o, transmissa˜o e recepc¸a˜o do som. • Atuar: – Na fonte – No caminho de propagac¸a˜o No receptor e´ mais para o engenheiro de seguranc¸a do trabalho. 8 Conceito Radiar e Irradiar Para um significado f´ısico: 1. Radiar • Emissa˜o de energia 2. Irradiar • Recebimento (imissa˜o) de energia Aluno: Sergio Aguirre Resumo RVSH - EAC - UFSM 6 de julho de 2011 6 9 Som Existem diferenc¸as na definic¸a˜o e no entendimento de ”som”, inclusive em esferas jur´ıdicas e te´cnico- cient´ıficas. Definic¸a˜o Popular Tudo que e´ aud´ıvel, ou ainda aparelho de som. Definic¸a˜o Jur´ıdica Existem erros como na lei 3688/41 que pro´ıbe qualquer tipo de ”som” Definic¸a˜o cientificamente correta: Movimento ondulato´rio de part´ıculas (mole´culas/a´tomos) de um meio ela´stico. Este Movimento ondulato´rio se propaga dentro do meio, transportando apenas energia. O movimento e´ causado pela impressa˜o de forc¸as mecaˆnicas sobre as part´ıculas, tais como o movimento de um corpo r´ıgido, descargas ele´tricas, fluxos turbulentos. Sons Aud´ıveis: Sons que provocam sensac¸a˜o auditiva, devem estar dentro da faixa dinaˆmica e de uma faixa de frequeˆncia para ser processada pelo sistema auditivo humano. • Faixa Dinaˆmica: Presso˜es sonoras eficazes entre 2 · 10−5 Pa e 200 Pa. • Faixa de Frequeˆncia 20 Hz a 20.000 Hz NPS = 20 log ( p˜ p0 ) , [dB] 10 Pressa˜o Sonora Pressa˜o causada pela oscilac¸a˜o das part´ıculas devido a` onda sonora. Ela que quantifica a energia sonora 10.1 Pressa˜o sonora Instantaˆnea E´ a variac¸a˜o da pressa˜o total causada pela presenc¸a de uma onda sonora - p(x, t) = ptotal(x, t) − pest(x) 10.2 Pressa˜o sonora Eficaz ou Pressa˜o RMS Descreve a energia da onda sonora, e´ o valor me´dio quadra´tico da presssa˜o sonora instantaˆnea p(x, t) no mesmo ponto em um intervalo de tempo: p˜2(x) = 1 T ∫ T 0 p2(x, t)dt A durac¸a˜o do intervalo T depende do tipo de onda sonora Caso seja perio´dica, o intervalo deve compreender um nu´mero inteiro de per´ıodos. Caso na˜o seja perio´dica, o intervalo deve ser grande o suficiente para que o valor obtido seja independente da durac¸a˜o do intervalo T. 11 Ru´ıdo Conceito subjetivo, depende do ouvinte. Som indesejado, qualquer tipo de som ou som na˜o musical, sa˜o algumas das definic¸o˜es. Em eletroˆnica e em engenharia ru´ıdo ou noise e´ definido por um sinal que interfere negativemente na transmissa˜o. 11.1 Ru´ıdo Branco • Tem a mesma energia em todas as frequeˆncias. Em espectro tem a amplitude praticamente constante. Independente se o eixo das frequencias e´ linear ou logar´ıtmico • O espectro em bandas de frequeˆncia, (mesma largura relativa), e´ crescente, independentemente do eixo das frequencias ser linear ou logar´ıtmico Aluno: Sergio Aguirre Resumo RVSH - EAC - UFSM 6 de julho de 2011 7 11.2 Ru´ıdo Rosa • Tem maior energia nas baixas frequeˆncias. Em espectro tem a amplitude decrescente se o eixo das frequencias e´ linear ou logar´ıtmico. • O espectro em bandas de frequeˆncia, (mesma largura relativa), e´ plano, independentemente do eixo das frequencias ser linear ou logar´ıtmico 12 Curvas de ponderac¸a˜o 12.1 Ponderac¸a˜o em Frequeˆncia • CURVAS DE PONDERAC¸A˜O remediam a desvantagem da definic¸a˜o do n´ıvel de pressa˜o sonora na˜o levar em considerac¸a˜o a dependeˆncia da sensac¸a˜o de volume sonoro (para um mesmo valor de pressa˜o sonora) da frequeˆncia. Ou seja elas inserem a dependeˆncia da sensac¸a˜o de volume da frequeˆncia no conceito de NPS. • Curva mais utilizada (A) Curvas de Ponderac¸a˜o (B, C) Pouco usadas Curva de Ponderac¸a˜o (D) Ru´ıdo aerona´utico Curva (Z) Sem ponderac¸a˜o Curva (E, G) Infrasom Baixa Frequeˆncia • Sa˜o oriundas das curvas ISOFOˆNICAS Curvas isofoˆnicas conectam os pontos de igual sensac¸a˜o de volume sonoro evocada por tons puros de diferentes frequencias(Equal Loudness) 12.2 Ponderac¸a˜o temporal Tem a finalidade de modelar o comportamento dinaˆmico da audic¸a˜o e ao mesmo tempo resultassem em pouca oscilac¸a˜o proximo ao valor efetivo real. 12.2.1 Slow: Tm: 1s 12.2.2 Fast: Tm: 125ms 12.2.3 Impulse: Ton: 35ms ; Toff : 1, 5s 12.3 Nı´veis de Pressa˜o sonora 12.3.1 NPS Instantaˆneo NPS com ponderac¸a˜o em frequeˆncia e ponderac¸a˜o temporal: E´ uma func¸a˜o cont´ınua. NPS ma´ximo: Valor ma´ximo do valor efetivo durante uma medic¸a˜o. Aluno: Sergio Aguirre Resumo RVSH - EAC - UFSM 6 de julho de 2011 8 12.3.2 NPS Equivalente Quantifica a energia sonora num dado per´ıodo de tempo. NPSeq = 10 log( 1 T ∫ T 0 10 NPS 10 dt) ou 10 log( 1 T ∑ 10 NPS 10 ) 13 Medic¸a˜o Forma de produc¸a˜o de conhecimento sobre um fenoˆmeno qualquer da natureza. Medir Som A pressa˜o e´ a dimensa˜o que mais facilmente pode ser observada e quantificada, de forma indireta por equipamentos comuns. Obs.: Nossa sensac¸a˜o de volume sonoro na˜o e´ linear com o n´ıvel de pressa˜o sonora. 13.1 Determinac¸a˜o: Determinar a pressa˜o sonora como representac¸a˜o observa´vel 13.2 Atribuic¸a˜o de Grandeza: Atribuir a` a magnitude da representac¸a˜o observa´vel a` unidade Pa. (Pascal) 13.3 Quantificac¸a˜o: Quantificar a presa˜o sonora por meio de instrumento adequado. Equipamentos: Utiliza-se para isso microfones: • As mole´culas que esta˜o em movimento exercem uma pressa˜o (sonora) sobre um diafragma fino • O diafragma vai se deformando e, em func¸a˜o do tipo de microfone, a deformac¸a˜o vai gerar um sinal ele´trico, cuja voltagem e´ proporcional a` pressa˜o sonora incidente no diafragma • Assim tem-se um meio de ”Medir som”, quantificando a pressa˜o sonora. • Usa-se n´ıveis de pressa˜o sonora, pois usa-se o decibe´l, que e´ uma medida de raza˜o entre duas quantidades. (dB na˜o e´ unidade) 14 Classificac¸a˜o de Sinais • Sinais cont´ınuos vs. Sinais Discretos • Sinais analo´gicos vs. Sinais digitais • Sinais Pares vs. Sinais I´mpares • Sinais determin´ısticos vs. Sinais Aleato´rios • Sinais de energia vs. Sinais de poteˆncia Aluno: Sergio Aguirre Resumo RVSH - EAC - UFSM 6 de julho de 2011 9 14.1 Sinais Determin´ısticos • Perio´dicos – Senoidais – Complexos perio´dicos • Na˜o perio´dicos – Quase perio´dicos – Transito´rios 14.2 Sinais Aleato´rios • Estaciona´rios • Na˜o estaciona´rios 14.3 Bandas de frequeˆncia • Relac¸o˜es matema´ticas bandas de oitava – fs = 2fi – fc = f1 · √ 2 – fs = fc · √ 2 – fc = √ (fi · fs) • Relac¸o˜es matema´ticas bandas de 1/3 de oitava – fs = 3 √ 2fi – fc = f1 · 6 √ 2 – fs = fc · 6 √ 2 – fc = √ (fi · fs) 15 Superposic¸a˜o de Sinais • Harmoˆnicos I´mpares - Sinal retangular • Harmoˆnicos Pares - Sinal triangular (Dente de serra) • Sinais Harmoˆnicos - apenas mu´ltiplos inteiros da frequencia fundamental • Na˜o harmoˆnicos - Sinal Randdoˆmico (ex: Som da chuva) • Transformada de Fourrier Origem nos processos de transfereˆncia de calor x(t) = A sin(2pif0t+ Θ) Sendo: x(t) : valor instantaˆneo no tempo t A: Amplitude f0: Frequeˆncia Θ: aˆngulo de fase f = 1 T Aluno: Sergio Aguirre Resumo RVSH - EAC - UFSM 6 de julho de 2011 10 ω = 2pif = √ k m A Tranformada de Fourrier nos permite obter informac¸o˜es sobre o sinal, por exemplo as frequencias que constituem o sinal (Pode ajudar na classificac¸a˜o do sinal). A sua inversa nos permite recuperar um sinal no domı´nio do tempo a partir do seu espectro, desde que esse seja completo. 16 Vibrac¸a˜o Movimento ondulato´rio das part´ıculas que compo˜esm corpos r´ıgidos e corpos ela´sticos quando estes corpos compo˜es um ou mais de um sistema ela´stico. Um sistema ela´stico e´ caracterizado por suas quantidades de massa, rigidez e amortecimento. Structure Born Sound: Som produzido pela vibrac¸a˜o em corpos, que se propaga pelo flu´ıdo ao redor do corpo. 16.1 Grandezas Observa´veis • Deslocamento ξm−1 • Velocidade de deslocamento v[ms]−1 • Acelerac¸a˜o a[ms]−2 A acelerac¸a˜o e´ a grandeza mais vantajosa a ser utilizada, principalmente para as altas frequeˆn- cias, pois considerando n´ıveis de acelerac¸a˜o consta ntes, os n´ıveis de velocidade de deslocamento e deslocamento caem com 6 e 12 dB/oitava. 17 Propagac¸a˜o Movimento oscilato´rio = Sistema massa mola Nos pontos onde a pressa˜o e´ ma´xima o deslocamento e´ zero Nos pontos onde o deslocamento e´ ma´ximo a pressa˜o e´ zero