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História da Orientação vocacional
Segundo SUPER (Soares,1987), a orientação vocacional foi introduzida no mundo moderno por Frank Parsons, de Boston U.S.A e na Europa por A.G. Christiaens, de Bruxelas. Com a Primeira Guerra houve o desenvolvimento de testes que eram utilizados no exército cuja finalidade era a melhor utilização do homem em tarefas mais adequadas a ele. Esses testes passaram a ser utilizados, na década de 20 e 30, em ocupações civis de vários tipos. Na década de 30, devido ao desemprego, homens viram-se forçados a examinarem as suas aptidões e chances ocupacionais, que eram muito limitadas.
A Segunda Guerra trouxe vários problemas referentes ao homem no trabalho, tanto dentro do exército como fora dele, fazendo com que houvesse uma necessidade de máximo rendimento. No começo da Segunda Guerra, o psicólogo Carl Rogers sugeriu que fosse utilizada a abordagem não-diretiva e centralizada no indivíduo, o que fez com que o lugar dos testes fosse reconsiderado e modificado, sendo que estes não desempenhavam o papel de instrumentos de prognóstico e diagnóstico, mas como uma ferramenta a mais no trabalho.
Entre 1920 e 1930 foi grande, na Áustria, a influência da psicanálise na teoria e prática da orientação educacional, já a partir de 1940 intensificou-se a influência de Carl Rogers na orientação profissional e educacional. Myra e Lopez afirma que Frayer é o responsável pelo posicionamento da orientação profissional como um campo psicológico de pesquisa e atuação.
Brasil e Argentina foram, na América Latina, os pioneiros em orientação profissional. Em 1925 foi fundado o Instituto de orientação Profissional do Museu Social Argentino, na Argentina, dirigido por Fingermann. No Brasil, em 1924, Roberto Mange introduziu a seleção e a orientação profissional para alunos do Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. A orientação profissional junto à seleção profissional surgiu como disciplina do currículo do Curso de Psicologia em 1962. Em 1931 surgiu pela primeira vez em nível universitário a disciplina de Psicologia Aplicada aos Problemas de Educação destinada à formação de professores secundários ou de escolas normais. No Instituto de Educação, no Rio de Janeiro em 1952, foram instituídos cursos de especialização para diretores e orientadores de ensino e serviço de Testes e Medidas Escolares. Desde 1979 as publicações sobre orientação profissional têm sido poucas frente a importância que tem no Brasil sendo que algumas faculdades oferecem o serviço de orientação vocacional profissional anexo ao curso de Psicologia. Em 1933, houve a criação do EDUCAT - Instituto de Parceria Educação e Trabalho e é realizado o I Simpósio Brasileiro de Orientação Vocacional/Ocupacional em Porto Alegre, no qual foi fundada a ABOP - Associação Brasileira de Orientadores Profissionais.
 Somente com o início da industrialização e da quebra das barreiras comerciais, no final do século 19, surgiram novas relações de trabalho e a criação de novas funções. A partir daí, o homem pôde começar a escolher a sua carreira. 
 Com o desenvolvimento do sistema capitalista e das mais diversas áreas do conhecimento, as carreiras se multiplicaram e, para identificar os trabalhadores mais capazes em atuar em determinadas tarefas, evitando riscos de acidentes e melhorando a qualidade do serviço, surgiram os primeiros centros de orientação profissional na Europa e nos Estados Unidos. 
 Até o começo da década de 30, geralmente, após o ensino médio (antigamente, a nomenclatura do curso era científico), as pessoas optavam por magistério, contabilidade, direito, medicina e engenharia. Hoje, a variedade de profissões é grandes e novas atividades não param de surgir. É possível trabalhar com quase tudo o que se gosta de fazer. As opções vão de personal trailer -treinador físico- a aqüicultor -profissional que trabalha com a criação de organismo aquático em cativeiro.Em geral, a partir dos 15 anos, os adolescentes já têm que começar a pensar e planejar o que vão fazer durante a maior parte de suas vidas. A pouca experiência e a variedade de opções no mercado levam os jovens a terem muitas dúvidas sobre qual profissão seguir. 
 A partir dessa necessidade, os centros de orientação profissional passaram a aplicar testes organizados por psicólogos para direcionar o estudante a conhecer melhor as áreas com as quais tem afinidade. Segundo dados do centro de pesquisa Observatório Universitário, no Brasil, mais da metade dos formados nas oito principais carreiras do vestibular trabalha fora da área para qual estudou.
 Muitas pessoas já ouviram falar em orientação vocacional, e sabem que é uma ciência muito importante para todos que necessitam de uma orientação de que escolha profissional ou acadêmica deve fazer. No entanto, poucos sabem da real função do orientador vocacional que é o profissional especializado nessa  área responsável pelas mudanças promovidas na vida do indivíduo.
Principal Função do Orientador Vocacional
 O papel desempenhado pelo orientador vocacional é de extrema importância para que a orientação vocacional, enquanto ciência se desenvolva de uma maneira satisfatória proporcionando aos indivíduos os benefícios de uma escolha consciente e adequada ao seu perfil. O profissional que atua como orientador profissional tem o compromisso ético com seu cliente de sempre estimular sua responsabilidade e autonomia nas possíveis escolhas que vier a fazer, elegendo como fator primordial o respeito como forma de condução da orientação vocacional.
O que é e como é feita a orientação vocacional
A orientação vocacional não determina o que a pessoa deve cursar. A técnica serve para apontar os cursos com os quais a pessoa tem mais afinidade. O objetivo é ajudar pessoas indecisas a refletir sobre a escolha da profissão. 
Em busca de respostas, profissionais de orientação vocacional aplicam testes, jogos, atividades práticas, vivências, dramatizações e entrevistas. Além disso, mostram entrevistas com profissionais, organizam visitas às faculdades e coletam informações sobre o mercado de trabalho. cliente como um facilitador de todo o processo de escolha profissional ou acadêmica. Desse modo o papel do orientador vocacional não é nunca dizer para a pessoa diretamente o que ela deve ou não fazer com relação aos seus futuros projetos, seja na profissão ou no ambiente educacional, pelo contrário ajudará de maneira eficiente a fazer com que a própria pessoa descubra que caminhos que deve seguir. 
 O processo de Orientador Vocacional surge como uma possibilidade de ajuda para os jovens, não levando estes a apenas escolherem uma profissão, mas auxiliando-os a se conhecerem melhor como indivíduos inseridos em um contexto social, econômico e cultural. Segundo ( SILVA, 1999), A função principal do orientador educacional é a de facilitar o acesso às informações relativas às profissões e ao mercado de trabalho, podendo-se identificá-lo este como um intérprete, um mediador entre o mundo das ciências e do trabalho e o adolescente que está em vias de escolher uma profissão.
 Através do processo de Orientação Vocacional, os indivíduos se conhecem melhor como sujeitos reais, percebendo suas identidades, características e singularidades, ampliando e transformando sua consciência e adquirindo, assim, melhores condições de organizar seus projetos de vida. Para muitos jovens, a escolha da profissão é vista como uma das suas necessidades mais importantes e principais, pois o avanço da tecnologia e a complexidade do mercado de trabalho provocam incertezas, influenciando diretamente na vida profissional. Segundo (VASCONCELOS, Antunes, 1998) O trabalho de Orientação Vocacional indica um provável caminho a ser seguido para os jovens que almejam seguir uma carreira profissional.
 Embora haja um considerável debate do tema escolha profissional, ainda persiste uma grande desinformação sobre as carreiras profissionais por parte dos jovens. É de suma importância criar condições
para que os jovens possam ter acesso à maior quantidade possível de informações a respeito das profissões: suas características, aplicações, cursos, requisitos, locais de trabalho. 
 O trabalho de orientação educacional surge como um caminho que os jovens podem percorrer com o objetivo de fazer a sua escolha profissional de maneira mais consciente e madura.
Quando e como procurar um profissional para orientação
A orientação vocacional ajuda os indivíduos no processo de decisão de suas profissões. É geralmente procurada por estudantes do ensino médio que desejam saber qual curso seguir ao ingressar no ensino superior. Isso explica por que as escolas particulares de ensino médio e diversas instituições de ensino superior possuem profissionais especializados trabalhando na área de orientação profissional. Apesar de ser mais procurada por estudantes às vésperas do vestibular, a orientação vocacional pode ajudar em outras fases, principalmente, quando a pessoa não está satisfeita com sua área de atuação. 
Antes de escolher a carreira, o jovem deve buscar o conhecimento de sua própria personalidade e de suas atitudes. É importante que consiga responder de forma coerente a  perguntas como “Quem sou eu?” e “O que é que eu quero?”.  Quem não se conhece não pode saber que carreira deve seguir.
Quem está apto a fazer a orientação 
O profissional responsável pala realização pela realização de orientação vocacional é o psicólogo, que possui formação especifica na área. Segundo a Lei Federal 4.119 de 27/08/1962, no seu quarto parágrafo o profissional formado em psicologia pode utilizar métodos e técnicas psicológicas com o objetivo de orientação e seleção profissional. Também atuam na área de orientação vocacional pedagogos, professore, instrutores monitores,assistentes sociais sociólogos administradores de empresa economistas e comunicólogo.
Atuação do Profissional de Orientação Vocacional
 De maneira não diretiva, o orientador vocacional atua junto com seu cliente como um facilitador de todo o processo de escolha profissional ou acadêmica. Desse modo o papel do orientador vocacional não é nunca dizer para a pessoa diretamente o que ela deve ou não fazer com relação aos seus futuros projetos, seja na profissão ou no ambiente educacional, pelo contrário ajudará de maneira eficiente a fazer com que a própria pessoa descubra que caminhos que deve seguir. 
 O processo de Orientador Vocacional surge como uma possibilidade de ajuda para os jovens, não levando estes a apenas escolherem uma profissão, mas auxiliando-os a se conhecerem melhor como indivíduos inseridos em um contexto social, econômico e cultural. Segundo ( SILVA, 1999), A função principal do orientador educacional é a de facilitar o acesso às informações relativas às profissões e ao mercado de trabalho, podendo-se identificá-lo este como um intérprete, um mediador entre o mundo das ciências e do trabalho e o adolescente que está em vias de escolher uma profissão.
 Através do processo de Orientação Vocacional, os indivíduos se conhecem melhor como sujeitos reais, percebendo suas identidades, características e singularidades, ampliando e transformando sua consciência e adquirindo, assim, melhores condições de organizar seus projetos de vida. Para muitos jovens, a escolha da profissão é vista como uma das suas necessidades mais importantes e principais, pois o avanço da tecnologia e a complexidade do mercado de trabalho provocam incertezas, influenciando diretamente na vida profissional. Segundo ( VASCONCELOS, Antunes, 1998) O trabalho de Orientação Vocacional indica um provável caminho a ser seguido para os jovens que almejam seguir uma carreira profissional.
 Embora haja um considerável debate do tema escolha profissional, ainda persiste uma grande desinformação sobre as carreiras profissionais por parte dos jovens. É de suma importância criar condições para que os jovens possam ter acesso à maior quantidade possível de informações a respeito das profissões: suas características, aplicações, cursos, requisitos, locais de trabalho. 
O trabalho de orientação educacional surge como um caminho que os jovens podem percorrer com o objetivo de fazer a sua escolha profissional de maneira mais consciente e madura.
CONCLUSÃO
 A orientação vocacional passou a existir a partir da primeira guerra, em forma de testes que eram utilizados para adequarem os homens em suas devidas funções. O Brasil foi um dos pioneiros na América Latina a utilizar a orientação vocacional, ela se tornou disciplina no currículo do curso de psicologia.
 Hoje a orientação educacional e muito importante, pois com a infinidade de profissões e áreas de atuações do mundo contemporâneo, o jovem se sente perdido ao se ver diante de uma escolha como esta, apesar de ter muitas informações sobre o mundo da tecnologia, quando trata-se conhecer a si mesmo a realidade que vivem se sentem desnorteados. Assim o orientador vocacional atua, no compromisso de estimular a responsabilidade, autonomia e na conscientização do autoconhecimento.
 O orientador deve facilitar o acesso as informações sobre as profissões a serem escolhidas, lembrando que a escolha profissional e um processo de construção, partindo deste ponto poderão tomar decisões mais embasadas diante de tantas profissões e informações, analisando os seus interesses, potencialidade e limitações.

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