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CONCURSO DE PESSOAS 
CONCURSO DE AGENTES 
 
CARLOS FREDERICO MANICA RIZZI CATTANI 
Mestre em Ciências Criminais pela PUCRS (Porto Alegre, RS) 
 Especialista em Direito Empresarial pela FSG (Caxias do Sul, RS) 
Professor de Direito Penal e Processual Penal da Estácio de Sá / FIB (Salvador, BA) 
 Professor de Pós-Graduação da UNIFACS (Salvador, BA) 
Membro do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM) 
Membro do Instituto Brasileiro de Direito Processual Penal (IBRASPP) 
Coordenador do grupo Elucubrações Penais: Estudos em Crimes Econômicos 
 
CONCURSO DE AGENTES 
 Existem duas categorias de crimes em concursos de agentes: 
 Unissubjetivos, que prática por um único agente bastaria para 
sua configuração, mas aceita a participação de outros 
indivíduos, sendo esta coletividade regrada pelo artigo 29 do 
Código Penal – furto, roubo, estelionato; 
 Plurissubjetivos que são crimes que sua natureza exige a 
pluralidade de indivíduos e, desta feita, o concurso de pessoas é 
pré-requisito para a sua configuração enquanto crime autônomo 
– quadrilha ou bando; milícias; organizações criminosas; 
 
 Logo, a Lei penal possui infrações que em regra poderão ser 
cometidas por uma pessoa, e eventualmente em concurso de 
agentes. Entretanto, outros crimes somente se caracterizaram pelo 
concurso necessário de agentes. 
CONCURSO DE AGENTES 
 
 
 NESTE ESTUDO NOS INTERESSA A ANALISE DO CONCURSO 
EVENTUAL DE AGENTES, OU SEJA, A REGRA CONTIDA NO 
ARTIGO 29 e ss DO CÓDIGO PENAL. 
 
 FALA-SE EM CONCURSO DE PESSOAS, PORTANTO, QUANDO 
DUAS OU MAIS PESSOAS CONCORREM PARA A PRÁTICA DE 
UMA INFRAÇÃO PENAL. 
 
 ESTA PRÁTICA, ESSA COLABORAÇÃO RECÍPROCA, PODERÁ 
OCORRER TANTO NOS CASOS EM QUE SÃO VÁRIOS OS 
AUTORES, BEM COMO NOS CRIMES QUE EXISTAM AUTORES E 
PARTÍCIPES. 
CONCURSO DE AGENTES 
 
 REQUISITOS PARA O CONCURSO DE PESSOAS: 
 
 A) PLURALIDADE DE AGENTES E DE CONDUTAS; 
 B) RELEVÂNCIA CAUSAL DE CADA CONDUTA; 
 C) LIAME SUBJETIVO ENTRE OS AGENTES; 
 D) IDENTIDADE DE INFRAÇÃO PENAL; 
 
A regra trazida pelo artigo 29 do Código Penal aplica-se aos crimes 
unissubjetivos, chamados de concurso eventual, que são aqueles que 
podem ser cometidos por um único agente, mas que eventualmente, 
são praticados por duas ou mais pessoas. 
Quando duas ou mais pessoas concorrerem para o crime, incidirão 
nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade. 
CONCURSO DE AGENTES 
 REQUISITOS PARA O CONCURSO DE PESSOAS: 
 A) PLURALIDADE DE AGENTES E DE CONDUTAS; 
Mínimo de duas pessoas que, envidando esforços conjuntos, 
almejam praticar determinada infração penal. 
 B) RELEVÂNCIA CAUSAL DE CADA CONDUTA; 
Se a conduta levada a efeito por um dos agentes não possuir 
relevância para o cometimento da infração penal, devemos 
desconsiderá-la e concluir que o agente na concorreu para a 
infração. 
 C) LIAME SUBJETIVO ENTRE OS AGENTES; 
Vínculo psicológico que une os agentes para a prática da mesma 
infração penal. 
 D) IDENTIDADE DE INFRAÇÃO PENAL; 
Os agentes, unidos pelo liame subjetivo, devem querer praticar a 
mesma infração penal. 
CONCURSO DE AGENTES 
 
 REQUISITOS PARA O CONCURSO DE PESSOAS: 
 
 
SOMENTE QUANDO DUAS OU MAIS PESSOAS, UNIDAS PELO 
LIAME SUBJETIVO, LEVAREM A EFEITO CONDUTAS 
RELEVANTES DIRIGIDAS AO COMETIMENTO DE UMA MESMA 
INFRAÇÃO PENAL É QUE PODEREMOS FALAR EM CONCURSO 
DE AGENTES. 
CONCURSO DE AGENTES 
 
• TEORIAS SOBRE O CONCURSO DE PESSOAS - finalidade de 
distinguir e apontar a infração penal cometida por cada um de seus 
participantes (autores e partícipes). 
• Existem três teorias que merecem o devido destaque: 
• 1. TEORIA PLURALISTA; 
• 2. TEORIA DUALISTA; 
• 3. TEORIA MONISTA 
 
CONCURSO DE AGENTES 
• TEORIA PLURALISTA 
 
 Existem tantas infrações penais quantos fossem o número de 
autores e partícipes. 
 Para esta teoria, cada participante corresponde uma conduta 
própria, um elemento psicológico próprio e um resultado igualmente 
particular. 
 A pluralidade de agentes corresponde a pluralidade de crimes. 
 
Crítica: trata-se de ideia insustentável, já que as condutas praticadas em 
concurso de agentes dirigem-se à realização de um mesmo crime, 
mantendo-se a unidade de imputação para todos aqueles que nele 
participam. 
 
CONCURSO DE AGENTES 
• TEORIA DUALISTA 
 
 Distingue o crime praticado pelos autores daquele cometido pelo 
partícipes. Para esta teoria haveria uma infração penal para os autores e 
outra para os partícipes. 
 Há dois crimes, uma para os autores, aqueles que realizam a 
atividade principal; e outro crime para os partícipes, aqueles que 
desenvolvem atividade secundária. 
 Praticar o núcleo do delito = autores 
 Participar no delito dos outros exercendo atividade secundária = 
partícipes. 
 Crítica: o crime continua sendo um só, e muitas vezes o agente 
que não realiza a conduta típica é tão importante quanto aquele quem 
executa o núcleo do tipo. 
CONCURSO DE AGENTES 
• TEORIA MONISTA 
 O fenômeno da codelinquência deve ser valorado constitutivo de 
um único crime. 
 Adotada pelo nosso Código Penal, aduz que todos aqueles que 
concorrem para o crime incidem nas penas a este cominadas, na medida 
de sua culpabilidade. 
 Para teoria monista existe um crime único, atribuído a todos 
aqueles que para ele concorrerem, autores ou partícipes. 
 Embora o crime seja praticado por diversas pessoas, permanece 
único e indivisível. Isto é, ao contrário das outras teorias, o crime 
cometido por diversas pessoas, não se fraciona em uma série de crimes 
distintos. 
 Um único crime de furto, atribuído a autores e partícipes. 
 
 
CONCURSO DE AGENTES 
• TEORIA MONISTA 
 
 Como deve ser valorado o fenômeno delitivo quando 
participam vários agentes? 
 
 Como deve ser valorada a conduta individual daqueles que 
participam no mesmo crime? 
 
Para primeira pergunta o código adotou o sistema monista. 
Para a segunda adotou um sistema diferenciador ou temperado, 
distinguindo a atuação de autores, coautores e autores mediatos 
(sujeitos principais) da atuação dos partícipes (sujeitos secundários). 
CONCURSO DE AGENTES 
• TEORIA MONISTA TEMPERADA 
 
 Art. 29 - Quem, de qualquer modo, concorre para o 
crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua 
culpabilidade. 
 § 1º - Se a participação for de menor importância, a pena 
pode ser diminuída de um sexto a um terço. 
 § 2º - Se algum dos concorrentes quis participar de crime 
menos grave, ser-lhe-á aplicada a pena deste; essa pena 
será aumentada até metade, na hipótese de ter sido 
previsível o resultado mais grave. 
 
 
 
CONCURSO DE AGENTES 
• AUTORIA, CO-AUTORIA E PARTICIPAÇÃO 
 
O C.P. não trouxe os conceitos de autor e partícipe, 
sendo que tais definições ficaram a cargo da doutrina. 
 
Foram criados conceitos restritivos e extensivos de 
autor como situações extremas para, posteriormente, 
surgir uma outra conceituação, que podemos denominar 
de intermediária, trazida pela teoria do domínio do fato. 
 
 
 
CONCURSO DE AGENTES 
• AUTORIA - Conceito restritivo (objetivo). 
• Objetivo-formal: 
• Autor seria somente aquele que praticasse a conduta descrita no 
núcleo do tipo penal (matar, subtrair, constranger, danificar, etc.). 
• Todos os demais que, de alguma forma, o auxiliassem, mas que não 
viessem a realizar a conduta narrada pelo verbo do tipo penal seriam 
considerados partícipes. 
• Objetivo-material 
• Distingue autor do partícipe pela maior contribuição do primeiro a 
causação do resultado.
• Autor possui maior relevância material da contribuição causal do que 
o partícipe. 
CONCURSO DE AGENTES 
• AUTORIA - Conceito extensivo 
 
• Parte da teoria da equivalência das condições (conditio sine qua non). 
• Todos aqueles que de alguma forma colaborarem para a prática do 
fato serão considerados autores. 
• Não distingue autor de partícipe. 
• Logo, se autoria e participação não podem distinguir-se 
objetivamente, porque ambas são equivalentes de um prisma causal, 
resta buscar a distinção em um critério subjetivo. 
• Procura traçar um critério de distinção entre autores e partícipes, 
valorando o elemento anímico dos agentes. 
• Existe uma vontade de ser o autor (animus autoris), fato como próprio. 
• Uma vontade de ser partícipe (animus socii), fato como alheio. 
 
CONCURSO DE AGENTES 
• AUTORIA - Teoria do Domínio do Fato 
• Posição intermediária entre as teorias subjetiva e objetiva. 
• A característica geral do autor é o domínio final sobre o 
fato: senhor do fato é aquele que realiza em forma final, 
em razão de sua decisão volitiva. A conformação do fato 
mediante a vontade de realização que dirige em forma 
planificada é o que transforma o autor em senhor do fato. 
• Considerada teoria objetivo-subjetiva. 
• O autor pode ser tanto quem realiza o núcleo do tipo com 
capacidade de decidir sobre sua continuidade, assim 
como ser o “homem inteligente do grupo” com função de 
controle e sem executar “com as próprias mãos” o crime, 
mas “segurando as rédeas” da situação. 
CONCURSO DE AGENTES 
• AUTORIA - Teoria do Domínio do Fato 
• Posição intermediária entre as teorias subjetiva e objetiva. 
• A característica geral do autor é o domínio final sobre o 
fato: senhor do fato é aquele que realiza em forma final, 
em razão de sua decisão volitiva. A conformação do fato 
mediante a vontade de realização que dirige em forma 
planificada é o que transforma o autor em senhor do fato. 
• Considerada teoria objetivo-subjetiva. 
• O autor pode ser tanto quem realiza o núcleo do tipo com 
capacidade de decidir sobre sua continuidade, assim 
como ser o “homem inteligente do grupo” com função de 
controle e sem executar “com as próprias mãos” o crime, 
mas “segurando as rédeas” da situação. 
CONCURSO DE AGENTES 
• COAUTORIA - 
• A co-autoria é igual a autoria; sua particularidade consiste 
em que o domínio do fato unitário é comum a várias 
pessoas; Coautor é quem possuindo as qualidades 
pessoais de autor é portador da decisão comum a 
respeito do fato e em virtude disso toma parte na 
execução do delito. 
 
• DIVISÃO DE TAREFAS: Serão coautores todos os que 
tiverem uma participação importante e necessária ao 
cometimento da infração, não se exigindo que todos 
sejam executores (núcleo do tipo) = domínio funcional do 
fato. 
CONCURSO DE AGENTES 
• AUTORIA - DIRETA versus INDIRETA (mediata) 
• Autor pode ser aquele que executa diretamente a conduta descrita 
pelo núcleo do tipo penal (autor direito); 
• Autor é também aquele que se vale de outra pessoa, que lhe serve, 
na verdade, como instrumento para a prática da infração penal, 
sendo, portanto, chamado de autor indireto ou mediato. 
• Autor mediato é quem comete o fato punível “por meio de outra 
pessoa”. 
• Para que se possa valer da autoria mediata será preciso que o agente 
detenha o controle da situação (domínio do fato). 
• Formas não taxativas previstas no Código Penal: 
• A) erro determinado por terceiro (art. 20§2º); B) coação moral 
irresistível (art. 22, 1ª parte); C) obediência hierárquica (art. 22, 2ª 
parte); D) caso de instrumento impunível em virtude de condição ou 
qualidade pessoal (art. 62, III, segunda parte). 
CONCURSO DE AGENTES 
• AUTORIA - DIRETA versus INDIRETA (mediata) 
 
• O autor mediato (homem-de-trás) realiza a ação típica 
através de outrem (homem-da-frente), como instrumento 
humano: 
- a) erro sobre a falsa representação da realidade (erro de tipo); 
- b) erro sobre o significado jurídico da conduta que realiza (erro 
de proibição); 
- c) coagido, devido a ameaça ou violência; 
- d) inimputáveis para a prática de crimes; 
Todos os pressupostos necessários de punibilidade devem 
encontrar-se na pessoa do “homem-de-trás” (autor mediato), e 
não no executor (autor imediato). 
CONCURSO DE AGENTES 
• AUTORIA - classificação 
• Autor Intelectual - Homem inteligente do grupo; aquele que traça o 
plano criminoso; o crime resulta de sua criatividade. 
• Autoria por convicção – O agente cometo o crime com base em 
razões políticas religiosas; filosófica, etc. 
• Coautoria sucessiva – Se da quando um dos (co)autores adere a 
empreitada criminosa quando a mesma já esta nos atos de execução. 
Em regra a coautoria (vínculo) se da antes dos atos de execução. 
• Autoria Colateral – os autores não atuam unidos pelo liame subjetivo. 
Em verdade, sem qualquer vontade em unir esforços, realizam ações 
autônomas (desígnios autônomos). Não se trata de coautoria. 
Necessário indicar quem realiza o delito e quem tentou realizar. 
• Autoria de escritório –Pressupõe uma máquina de poder, de 
organizações criminosas, em que um agente executa as ordens 
emanadas pela “cabeça da organização”. Poderá ser autoria mediata 
ou coautoria. 
CONCURSO DE AGENTES 
• PARTICIPAÇÃO 
• O autor é o protagonista da infração penal, aquele quem tem o 
domínio funcional sobre o fato. Contudo, não raras as vezes o 
protagonista pode receber o auxílio daqueles que, embora não 
desenvolvendo a atividade principal, exercem papéis secundários, 
mas que influenciam na prática da infração penal. 
• Partícipe é o coadjuvante na história do crime. 
• Autoria é sempre atividade principal, participação será sempre uma 
atividade acessória, dependendo da principal. 
• Para que se possa ser partícipe é necessário que exista um autor do 
fato. 
• PARTICIPAÇÃO MORAL = INDUZIMENTO OU DETERMINAÇÃO. 
• CUMPLICIDADE OU AUXILIO MATERIAL = O PARTICIPE FACILITA 
MATERIALMENTE A PRÁTICA DO DELITO. 
CONCURSO DE AGENTES 
• PARTICIPAÇÃO – Quando um partícipe deverá ser punido por 
exercer um papel secundário: 
• Art. 31 - O ajuste, a determinação ou instigação e o auxílio, salvo 
disposição expressa em contrário, não são puníveis, se o crime não 
chega, pelo menos, a ser tentado. 
• A conduta do partícipe somente será objeto de apreciação se o 
autor, que exerce o papel principal, ingressar no iter criminis na 
fase de dos atos de execução. 
• Caso o autor não de início à execução do crime para o qual foi 
induzido, instigado ou auxiliado pelo partícipe, este último por 
nada responderá, ressalvadas as disposições expressas em lei. 
• Participação de menor importância: poderá reduzir a pena de um 
sexto a um terço (art. 29§1º). 
• O partícipe é punível porque com sua ação ou omissão 
contribuiu para que o crime fosse cometido. 
CONCURSO DE AGENTES 
• PARTICIPAÇÃO EM CRIME MENOS GRAVE 
• 29§ 2º - Se algum dos concorrentes quis participar de crime menos 
grave, ser-lhe-á aplicada a pena deste; essa pena será aumentada 
até metade, na hipótese de ter sido previsível o resultado mais grave. 
 
• o legislador pretendeu punir os concorrentes nos limites impostos pela 
finalidade de sua conduta. 
• Se um determinado agente queria concorrer para o cometimento de 
determinada infração penal, se o seu dolo era voltado no sentido de 
cooperar e praticar determinado crime, não poderá responder pelo 
desvio subjetivo de conduta atribuído ao autor executor. 
• Merece atenção que o fato previsto no art. 29, §2º do Código Penal, 
permite tal raciocínio tanto nos casos de coautoria como de partícipe. 
 
CONCURSO DE AGENTES
• CONCURSO EM CRIME CULPOSO 
• A teoria do domínio do fato não se aplica aos crimes culposos, uma 
vez que a ocorrência destes crimes caracterizam-se pela não 
ocorrência deste domínio. 
• Não há uma uniformidade sobre a admissão ou não de concurso de 
pessoas em crimes culposos. 
• A quem admite a coautoria em crime culposo, mas majoritariamente é 
rechaçado, contudo, a participação. 
• A coautoria é autoria. Por isso, cada coautor há de ser autor, isto é, 
possuir as qualidades pessoais (objetivas e subjetivas) de autor. 
• verdade é que a culpa (como infração do dever de cuidado ou como 
criação de um risco proibido relevante) é pessoal. Não é sustentável a 
possibilidade de co-autoria em crime culposo. Cada um responde pela 
sua culpa, pela sua parcela de contribuição para o risco criado. As 
situações em que vislumbra-se co-autoria pode ser naturalmente 
solucionadas com o auxílio do instituto da autoria colateral. 
 
CONCURSO DE AGENTES 
• PUNIBILIDADE NO CONCURSO DE PESSOAS 
• QUEM, DE QUALQUER MODO, CONCORRE PARA O CRIME, DIZ 
O CAPUT DO ART. 29, INCIDE NAS PENAS A ESTE COMINADAS, 
NA MEDIDA DE SUA CULPABILIDADE. 
• MEDIDA DE CULPABILIDADE = JUÍZO DE REPROVABILIDADE. 
• Sendo que o artigo 29§1º prevê que se a participação for de menor 
importância, a pena pode ser diminuída de um sexto a um terço. 
• Caput do art. 29 – culpabilidade na definição da pena base (autor, 
coautor, autor mediato e partícipe) 
• Art. 29§1º - causa de redução de pena (somente para os partícipes). 
• CIRCUNSTÂNCIA INCOMUNICÁVEL 
• Art. 30. Não se comunicam as circunstâncias e as condições de 
caráter pessoal, salvo quando elementares do crime 
 
 
OBRIGADO! 
 
 
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