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28/09/2012
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André Lemos Araújo
CONTRATOS
CÓDIGO CIVIL
Contratos nominados e inominados: Essa distinção tinha capital
importância no direito romano; então, a vontade só podia produzir
efeitos, sob condição de ser expressa sob as vistas de determinado
modelo.
Contratos consensuais e formais: Os primeiros, também chamados
não-solenes, independem de forma especial, bastando o
consentimento para a sua formação; exemplos: Locação, Comodato e
de Parceria
Contratos de adesão: No tipo tradicional de contrato, as partes
discutem ampla e livremente suas cláusulas, aceitando-as ou não.
Existe, porém, outra categoria contratual, em que não ocorre tal
liberdade, devido à preponderância de um dos contratantes, que, por
assim dizer, impõe ao outro sua vontade
CLASSIFICAÇÃO DOS CONTRATOS
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Art. 481. Pelo contrato de compra e venda, um dos contratantes
se obriga a transferir o domínio de certa coisa, e o outro, a pagar-
lhe certo preço em dinheiro.
PROPRIEDADE
COMPRA E VENDA
Art. 491. Não sendo a venda a crédito, o vendedor não é
obrigado a entregar a coisa antes de receber o preço.
COMPRA E VENDA
Art. 491. Não sendo a venda a crédito, o vendedor não é
obrigado a entregar a coisa antes de receber o preço.
COMPRA E VENDA
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Art. 491. Não sendo a venda a crédito, o vendedor não é
obrigado a entregar a coisa antes de receber o preço.
COMPRA E VENDA
Art. 496. É anulável* a venda de ascendente a descendente,
salvo se os outros descendentes e o cônjuge do alienante
expressamente houverem consentido.
Parágrafo único. Em ambos os casos, dispensa-se o consentimento
do cônjuge se o regime de bens for o da separação obrigatória.
*PRAZO DECADENCIAL DE 2 (DOIS) ANOS (Art. 179 C.C)
COMPRA E VENDA
COMPRA E VENDA
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COMPRA E VENDA
Art. 492. Até o momento da tradição, os riscos da coisa correm
por conta do vendedor, e os do preço por conta do comprador.
§ 1º Todavia, os casos fortuitos, ocorrentes no ato de contar,
marcar ou assinalar coisas, que comumente se recebem,
contando, pesando, medindo ou assinalando, e que já tiverem
sido postas à disposição do comprador, correrão por conta deste.
§ 2º Correrão também por conta do comprador os riscos das
referidas coisas, se estiver em mora de as receber, quando postas
à sua disposição no tempo, lugar e pelo modo ajustados.
COMPRA E VENDA
Art. 509. A venda feita a contento do comprador entende-se
realizada sob condição suspensiva, ainda que a coisa lhe tenha
sido entregue; e não se reputará perfeita, enquanto o adquirente
não manifestar seu agrado.
Art. 510. Também a venda sujeita a prova presume-se feita sob a
condição suspensiva de que a coisa tenha as qualidades
asseguradas pelo vendedor e seja idônea para o fim a que se
destina.
COMPRA E VENDA
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Art. 511. Em ambos os casos, as obrigações do comprador, que
recebeu, sob condição suspensiva, a coisa comprada, são as de
mero comodatário, enquanto não manifeste aceitá-la.
Art. 512. Não havendo prazo estipulado para a declaração do
comprador, o vendedor terá direito de intimá-lo, judicial ou
extrajudicialmente, para que o faça em prazo improrrogável.
COMPRA E VENDA
Art. 598. A prestação de serviço não se poderá convencionar por
mais de quatro anos, embora o contrato tenha por causa o
pagamento de dívida de quem o presta, ou se destine à execução
de certa e determinada obra. Neste caso, decorridos quatro
anos, dar-se-á por findo o contrato, ainda que não concluída a
obra.
Art. 600. Não se conta no prazo do contrato o tempo em que o
prestador de serviço, por culpa sua, deixou de servir.
Art. 603. Se o prestador de serviço for despedido sem justa
causa, a outra parte será obrigada a pagar-lhe por inteiro a
retribuição vencida, e por metade a que lhe tocaria de então ao
termo legal do contrato.
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
Art. 604. Findo o contrato, o prestador de serviço
tem direito a exigir da outra parte a declaração de
que o contrato está findo. Igual direito lhe cabe, se
for despedido sem justa causa, ou se tiver havido
motivo justo para deixar o serviço.
Art. 605. Nem aquele a quem os serviços são
prestados, poderá transferir a outrem o direito aos
serviços ajustados, nem o prestador de serviços, sem
aprazimento da outra parte, dar substituto que os
preste.
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
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Art. 606. Se o serviço for prestado por quem não
possua título de habilitação, ou não satisfaça
requisitos outros estabelecidos em lei, não poderá
quem os prestou cobrar a retribuição normalmente
correspondente ao trabalho executado. Mas se deste
resultar benefício para a outra parte, o juiz atribuirá
a quem o prestou uma compensação
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
Art. 693. O contrato de comissão tem por objeto a aquisição
ou a venda de bens pelo comissário, em seu próprio nome, à
conta do comitente.
(...) omissis;
Art. 695. O comissário é obrigado a agir de conformidade com
as ordens e instruções do comitente, devendo, na falta destas,
não podendo pedi-las a tempo, proceder segundo os usos em
casos semelhantes.
CONTRATO DE COMISSÃO
Parágrafo único. Ter-se-ão por justificados os atos do
comissário, se deles houver resultado vantagem para o
comitente, e ainda no caso em que, não admitindo demora a
realização do negócio, o comissário agiu de acordo com os
usos.
(...) omissis;
Art. 697. O comissário não responde pela insolvência das
pessoas com quem tratar, exceto em caso de culpa e no do
artigo seguinte.
CONTRATO DE COMISSÃO
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Art. 698. Se do contrato de comissão constar a cláusula del
credere, responderá o comissário solidariamente com as
pessoas com que houver tratado em nome do comitente, caso
em que, salvo estipulação em contrário, o comissário tem
direito a remuneração mais elevada, para compensar o ônus
assumido.
Art. 699. Presume-se o comissário autorizado a conceder
dilação do prazo para pagamento, na conformidade dos usos
do lugar onde se realizar o negócio, se não houver instruções
diversas do comitente..
CONTRATO DE COMISSÃO
Art. 701. Não estipulada a remuneração devida ao comissário,
será ela arbitrada segundo os usos correntes no lugar.
CONTRATO DE COMISSÃO
Art. 703. Ainda que tenha dado motivo à dispensa, terá o
comissário direito a ser remunerado pelos serviços úteis
prestados ao comitente, ressalvado a este o direito de exigir
daquele os prejuízos sofridos.
Art. 704. Salvo disposição em contrário, pode o comitente, a
qualquer tempo, alterar as instruções dadas ao comissário,
entendendo-se por elas regidos também os negócios
pendentes.
Art. 705. Se o comissário for despedido sem justa causa, terá
direito a ser remunerado pelos trabalhos prestados, bem
como a ser ressarcido pelas perdas e danos resultantes de sua
dispensa.
CONTRATO DE COMISSÃO
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Art. 705. Se o comissário for despedido sem justa causa, terá
direito a ser remunerado pelos trabalhos prestados, bem
como a ser ressarcido pelas perdas e danos resultantes de sua
dispensa.
CONTRATO DE COMISSÃO

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