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Adriana Lacerda 
Psicóloga Confederação Brasileira de Judô 
Psicóloga Seleção Brasileira Sênior Nado Sincronizado 
Universidade Veiga de Almeida 
PSICOLOGIA e ESPORTE 
 
 
 Psicologia e Esporte: ciência que identifica, analisa e 
intervém nas ocorrências psíquicas presentes antes, 
durante e após a prática esportiva. 
 (Adriana Lacerda) 
ESPORTE 
 
É considerado, como o lazer e o 
turismo, a terceira maior 
indústria do globo, perdendo 
apenas para o petróleo e a 
indústria automobilística. 
(Rubio, 2003). 
 ESPORTE 
 INTERCÂMBIOS 
INTERNACIONAIS 
 QUALIFICAÇÃO 
DE 
PROFISSIONAIS 
 MÃO-DE-OBRA 
ESPECIALIZADA 
 FORTALECE A 
SOCIEDADE – 
ORGANIZAÇÃO 
ESPORTIVA 
 EFEITO IMITAÇÃO 
TURISMO 
Gustavo Kuerten 
Talento+capacidade+carisma 
Pesquisas em desenvolvimento motor têm demonstrado 
que esse é um processo ordenado e seqüêncial, sendo que 
até os 7 anos de idade, aproximadamente, o 
desenvolvimento motor da criança se caracteriza pela 
aquisição e pela diversificação das habilidades básicas de 
locomoção, de manipulação e de estabilização. Após esse 
período, o desenvolvimento caracteriza-se pela combinação 
dessas habilidades e seu aprimoramento. Por exemplo, a 
bandeja do basquete é a combinação das habilidades básicas 
de correr, de saltar e de arremessar (Ferraz in De Rose Jr. e 
cols., 2002, p. 36). 
 PRONTIDÃO MOTORA 
Parte-se da premissa que o importante não é chegar antes, mas sim o mais longe possível (Bauelos apud Paixão 
Miguel, 2007). 
“A influência dos eventos esportivos 
divulgados com freqüência pelos meios 
de comunicação, a identificação com 
ídolos, a pressão dos pais e dos amigos 
e a esperança de obter sucesso e status 
fazem com que um número crescente de 
crianças inicie sua prática cada vez 
mais cedo.” (De Rose Jr. e cols. 2002, p. 
67). 
ESPECIALIZAÇÃO PRECOCE 
 
INICIAÇÃO PRECOCE 
Possível e compreensível quando é respaldada 
por um treinamento adequado à maturação 
biológica e psicológica de cada atleta 
Incentiva o lazer, valoriza a cultura esportiva e 
objetiva formar um indivíduo 
LESÕES FÍSICAS 
Nalbert - 31 anos Julia Spina – 11 anos 
Superexigência funcional pode acarretar 
desgaste prematuro de cartilagem, ossos, tendões 
e ligamentos 
De Rose Jr. (2002) expõe que as exigências de 
competições geram efeitos negativos no 
aparelho locomotor e cardiorrespiratório, na 
coluna vertebral, no crescimento e na 
maturação sexual. O autor também coloca que 
nas fases em que há um desequilíbrio entre 
estes fatores, geralmente entre 12 e 14 anos de 
idade, é recomendável que as atividades 
competitivas sejam adequadas ao nível dos 
atletas, sem cobranças exageradas. Talvez seja 
importante considerar que se trata de níveis 
biológicos, psicológicos e sociais. 
“A compreensão das relações sociais é fundamental 
para que a criança e o adolescente possam 
beneficiar-se do processo de competição no esporte. 
Reconhecer que a competição é um processo de 
comparação social implica existência de estruturas 
cognitivas complexas que não estão presentes nas 
crianças antes dos sete anos de idade, 
aproximadamente.” (Ferraz in: De Rose Jr. e cols., 
2002, p. 33). 
 ASPECTOS PSICOLÓGICOS 
 “BURNOUT” 
“...envolve uma fuga psicológica, emocional e 
algumas vezes física, de atos prazerosos 
(treinamento, competição), em resposta a um 
excessivo nível de estresse ou insatisfação.” 
(Smith apud Samulski, 2002:349) 
Nesta faixa etária a 
criança ainda está em 
desenvolvimento, 
portanto toda e 
qualquer experiência 
vivenciada fica 
marcada e pode 
apresentar 
consequências na vida 
adulta !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 
Trabalho 
 Interdisciplinar 
Apoio e orientação 
 familiar 
Via de 
mão dupla 
Formação 
Preocupação com resultados 
e vitórias 
Solução de estabilidade financeira 
 CONSIDERAÇÕES: 
O equilíbrio emocional do jovem atleta depende de fatores bio-psico-sociais; 
Técnicos e pais interferem diretamente na formação da personalidade do jovem 
atleta; 
(MACHADO, 1997) 
Necessidade de se respeitar o nível de prontidão esportiva de cada jovem ao iniciar 
atividades esportivas em nível competitivo; 
(MALINA apud DE ROSE, 2002) 
A criança, por ainda se apresentar em desenvolvimento, toda e qualquer experiência 
vivenciada fica marcada e pode apresentar consequências para a vida adulta 
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 
Em si, não é boa ou má, ela é o que fazem dela 
(Ferraz in De Rose Jr. e cols., 2002; Feijó, 1998). 
Competição é boa ou má?????

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