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Anos 1990 GLOBALIZAÇÃO Predomínio de visões mais simpáticas ao liberalismo no início dos anos 1990. TWO WAVES OF GLOBALIZATION: SUPERFICIAL SIMILARITIES, FUNDAMENTAL DIFFERENCES (Richard Baldwin e Philippe Martin) ABSTRACT traduzir Globalização não é algo novo, já existiu (globalização clássica) Na segunda onda de globalização, há um processo de desindustrialização das economias dos países desenvolvidos e, em contrapartida, há um processo de reindustrialização de países como a China e a Índia. Os países que haviam liderado a onda de industrialização durante a primeira globalização, passaram a liderar a onda de desindustrialização. Fenômeno de desglobalização financeira a partir dos ano 1930. Em 1970 volta a crescer (explicar melhor) A gente não deve achar que o mundo do século XIX, da globalização clássica, não sofria com as crises financeiras de escala global. Diferença entre as duas ondas de globalização: enorme queda dos custos de comunicação de transporte. Contudo, a queda mais acentuada é vista nos custos de comunicação. Questão do comércio: os autores incluem o comercio como sendo uma semelhança entre os dois processos de Globalização. Contudo, o próprio gráfico já aponta uma tendência de crescimento no fluxo de comércio e se a base de dados continuasse até os dias atuais, a diferença entre os dois seria ainda maior. Outro erro é que o texto não leva em consideração que apenas uma parte do produto do país é potencialmente exportável. Na globalização comtemporânea a fração da economia comercializavel é maior do que na globalização clássica. Nota-se que a relação exportações sobre a parcela de produtos que são de fato exportáveis cresce na globalização contemporânea. Crescentemente assistimos um comércio de produtos manufaturados dos países em desenvolvimento em direção aos países desenvolvidos, o que não assistimos durante a globalização clássica. Diferenças no investimento direto, hoje em dia empresas estrangeiras se instalam aqui e atuam como subsidiarias de suas matrizes nos países de origem. Essa dinâmica começou na década de 1920. Tal fato possibilitou o comércio intra-indústria. Hoje em dia o comércio não é majoriatariamente entre países que exportam produtos manufaturados e países que exportam matérias primas e sim entre países exportando e importando produtos manufaturados. O que torna esse tipo de comercío essencialmente distinto daquele praticado na globalização clássica. Perceba então que não há apenas um ganho de escala, mas uma mudança na essencia do comércio. A maior parte dos fluxos de investimento externo direto continua indo para os países desenvolvidos. Migração: na primeira onda de globalização a Europa exporatava pessoas para o resto do mundo, pessoas estas que estavam em busca de salários maiores ou fugindo de perseguições políticas ou religiosas. Ao passo que hoje em dia observamos o sentido contrário, um ingresso líquido de pessoas na Europa. Além do sentido, a ordem de grandeza do fluxo de pessoas é menor hoje em dia do que naquela época. OBS: Em que medida a globalização é, em parte, culpada pela discrepância de salários entre os trabalhadores norte-americanos?Um dos efeitos perversos da globalização é que, por exemplo, um trabalhador pobre dos EUA sofre competição dos trabalhadores pobres do resto do mundo. Primeira onda de Globalização: Padrão Ouro Menor papel do Estato, apogeu do liberalismo Segunda onda de Globalização: social democracias Maior papel do Estado Somente após a segunda guerra houve um processo – relativamente lento – de liberalização do comércio mundial. Summary and the lessons of History A paper that covers as broad a topic as ours is difficult to summarise in a few paragraphs. At a detailed level, the differences and similarities between the two globalisation waves are covered above and we do not repeat them here. This final section focuses only on three facets of our main message, i.e., that the two waves are superficial similar but fundamentally different. First, we would assert that trade in ideas is more important in the second wave. This can be seen in: - The different nature of capital flows (enormous short-term flows driven by a frenetic pace of information exchange and advances in information technology rather than the long-term flows that marked the first wave). - The different nature of FDI and MNC activity (intra-industry FDI among similar nations with a focus on manufacturing, services and outsourcing rather than the North-to-South investment in primary product sectors and railroads that were characteristic of the first wave). - The different nature of trade (voluminous intra-industry trade among similar nations driven by scale economies and product differentiation rather than inter-industry trade driven by factor endowments differences and technology gaps as in the first wave). - The different nature of income convergence/divergence and industrialisation/de-industrialisation. The second wave witnessed rapid (by historical standards) income convergence among leading nations coupled with their de-industrialisation and extremely rapid industrialisation of some developing nations. The first wave was marked by slow catch-up of now rich nations (to the UK) coupled with the industrialisation of converge-ers and the de-industrialisation of diverge-ers. - The different speeds at which transportation and communication costs fell. Both dropped sharply in both waves, but the drop in communication costs far outpaced the drop in transport costs in the second wave, especially since 1980). This difference is entwined with the difference just mention, as the Section-2 analytic framework shows. Second, the initial conditions are very dissimilar and this matters greatly. The legacy of colonialism and the vast income differences that we now see have a profound impact on the policymaking environment, especially in the Third World. On one hand, 19th century trade and de-industrialisation embittered nations, such as India and China, and this still makes it difficult for them to embrace laissez-faire trade and investment policies. On a positive side, however, the wide gap between rich and poor—teamed with more rapid technology transfer—means that those developing nations that do take-off, do so at rates that dwarf those of the 19th century. Third, the international economic system is entirely different. Demands placed on national policymakers are far greater now than they were at the turn of the century. Electorates routinely expect expensive social welfare programs and low taxes, full-employment and low inflation, and above all, they expect steady income growth. These demands—coupled with the heightened interdependence of nations— face policymakers with challenges that were unknown in during the first wave. The tri-lemma of monetary policy is perhaps the best example of a new challenge. Another is the tendency for trade negotiations to encroach on issues that were previously considered matters of purely national concern. The international systems also differ in a grander way. Most of the Victorian-era globalisation occurred under Pax Britannica and without any effective international institutions or formal rules. A good part of the second wave also occurred under a hegemon, this time the US, but with an important difference. The 30 international economic system is now bolstered by a solid set of international institutions and rules (e.g., the WTO/GATT and the IMF) and these are defended by all major nations. Such arrangements help stabilise the system, even as the US slowly shrugs off the mantle of economic leadership. Finally, the changing beliefs of policymakers have also radically altered the international economic system. The first wave of globalisation ended badly–two global conflagrations resulted in tens of millions of deaths and incalculable material damage. The ultimate cause of this was the misguided belief that national prosperity necessarily entailed international competition forturf and/or exclusive access to markets. In the late 20th century, such notions are dismissed in advanced industrial nations. Unfortunately, these 19th century beliefs are still alive in some nations–China and Russia in particular. It would seem, therefore, that a key challenge in global governance is to draw these nations tightly into the global system of trade and investment. ECONOMIA INTERNACIONAL (Krugman e amigos =D) Capítulo 22 O RESUMO FICOU UMA PORCARIA, É MELHOR PEGAR O LIVRO NA BIBLIOTECA E FAZER UM OUTRO, DEPOIS DE LER!!!!!!! (são menos de 20 páginas de conteúdo, dá pra ler e resumir em 3 horas) -Reformas, fluxo de entrada de capitais e (...) crises OBS: faltam duas páginas anteriores no textooo!!!!!! Impacto das reformas liberalizantes sobre as taxas de câmbio desses países Sucesso: por conta de (...) ou a despeito de (...) ???? PIC Final dos anos 1980 relatório do banco mundial sobre os países do sudeste asiático LESTE ASIÁTICO: SUCESSO E CRISE Déficit em transações correntes nos anos 1990 Onde a Ásia acertou? Os pontos fracos asiáticos: Produtividade: a experiência de crescimento dos países do sudeste asiático se deu principalmente pela acumulação de fatores de produção e nem tanto pelo aumento da produtividade, como é pensado no senso comum. Regulamentação bancaria: precária e muitos empréstimos feitos em dólar. Estrutura legal: problemas para lidar com empresas em dificuldades, desconfiança dos investidores quanto a sobrevalorização das moedas desses países. Dificuldade, em ambos os casos (América Latina e Sudeste Asiático), de economias emergentes sustentarem taxas de câmbio controladas ao passo que abriam suas contas de capital, ao longo dos anos 1990. A crise financeira Asiática A crise chega a Rússia A crise Russa ocorre em 1998 Decreta uma moratória da dívida externa dela O que podemos aprender com as crises dos países em desenvolvimento? Mobilidade de capitais e o trilema do regime cambial